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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Pagando o Velho Síndico

Olá, meu nome é cintia, tenho 25 anos, sou casada com o humberto há 05 anos. meu marido foi meu primeiro e único homem. bem, tenho um corpo gordinho muito gostoso, peso 69kg, mas para minha estatura ficam muito bem distribuídos...seios tamanho g, mas durinhos, empinadinhos, rosados...mamilos pequenos, e meu marido sabe muito bem tratar deles, tanto que me excitam muito...coxas grossas e durinhas, pq eu malho...pele quente, macia...bom, isso tudo eh com base no que meu marido sempre disse. moramos num edifício de apartamentos em são paulo, e meu marido é consultor e eu historióloga, mas não trabalho. não temos filhos. este fato que vou narrar aconteceu há uns 06 meses, e foi único na minha vida. no prédio temos um síndico, um senhor de cerca de 65 anos, alto, forte, mas um nojento. um português que acha que sabe de tudo, que pode tudo, cheio de razão... nunca simpatizei com ele, que tem umas brincadeirinhas idiotas, como cuspir no chão e mandar o porteiro limpar! sempre abominei esse homem aqueroso que tanta náusea sempre me causou. qdo olhava para as mulheres, parecia que ia comer cada uma, se achava muito gostoso, mas comigo nunca disse um “a”, mas com os olhos me devorava! procurava passar o mais distante possível dele, e se era inevitável, dava bom dia e ele com aquele sorriso sínico respondia, e passava o mais rápido possível. um dia meu marido veio com uma notícia bombástica em casa... havia sido demitido, e a empresa estava se negando a pagar sua rescisão pq estavam falidos. imediatamente meu marido começou a procurar emprego, mas nada! nossas reservas estavam acabando, e eu tb comecei a procurar, mas tb nada. começamos então a atrasar algumas contas, o que dava pra deixar deixava-se....até que começamos a deixar tb o que não dava...inclusive o condomínio...passou-se um, dois, três meses. um belo dia, estava eu saindo do banho, e a campainha tocou! coloquei rapidamente um shortinho branco e uma blusinha de alcinha branca que tenho so pra abrir a porta, imaginando que fosse uma vizinha amiga minha, pois gente de fora não poderia ser já que não houve anúncio no interfone. qual não foi minha surpresa qdo abri a porta e me deparei com aquele homem, o síndico. seu nome era pedro.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O Prêmio

Por damonX Publicado em Literotica, tradução Volubile Prendi minha respiração, fechei o olho esquerdo e lentamente levei meu braço para trás, sentindo a madeira deslizando suavemente por minha minha mão. Mantendo minha visão travada, o taco foi impulsionado para frente, acertando a bola branca e fazendo-a rolar através da mesa. “Vamos, lá”, eu pensei comigo mesmo, quando a bola tocou de leve a bola oito, mandando-a veloz para um dos cantos da mesa. A sala ficou em silêncio quando a bola preta bateu nos dois cantos do buraco, e parou precariamente, no limite do pano verde. “Maldição”, eu disse alto, deixando o taco deslizar por minhas mão e bater contra o assoalho. “Má sorte, camarada”, falou disse com uma risada, antes de tomar um longo gole de sua cerveja. “Certo, amiguinho, sua vez”, respondi, sentando-me sobre um dos bancos de madeira junto à parede da sala da casa dele. “É você que ainda tem duas bolas em jogo”. O tom foi de desafio, quando ele disse, “Não por muito tempo…” Enquanto ele olhava para a posição das bolas na mesa, eu olhei para minha namorada April, que estava sentada a meu lado, tomando sua cerveja. Eu sabia que ela estava completamente entediada e eu queria terminar logo com Will para pegar meu dinheiro e me mandar para casa com ela. “Você está bem?”, eu perguntei, colocando uma mão sobre seu joelho. Ela fez que sim com a cabeça, tomando mais um gole de sua bebida. “Sinto muito que isto esteja demorando tanto”, eu continuei, “Em dois minutos nós vamos embora”. “Tudo bem” ela me disse com uma voz tímida, “Eu não me importo”. Eu sorri e me inclinei para dar um selinho em seus lábios, antes de voltar minha atenção para o jogo. “Bola sete no canto direito, a três no outro lado e depois a branca no canto”. “Você brincando? É impossível!”, eu ridicularizei. “Rapaz, é possível sim”, ele disse de forma confiante, terminando sua cerveja. “Tá bom”, e fiz um gesto de desprezo com a mão, “Pode tentar”. “Na verdade”, ele continuou, “Eu quero apostar mais cenzão nesta jogada”. “Acho que você exagerou na cachaça”, eu disse e apontei com a cabeça para uma pilha de garrafas de cerveja. “Qual o problema?”, ele disse me cutucando com a ponta de seu taco, “Está com medinho?” “Só não quero que você perca mais dinheiro do que você já perdeu. E além disso, todo dinheiro que eu trouxe já está sobre a mesa”. Eu apontei para a pilha de notas em uma das beiradas da mesa. Will olhou para o dinheiro, mordendo o lábio em contemplação silenciosa. “Vou te dizer uma coisa”, ele disse depois de pensar um momento, “eu coloco mais cem, se você colocar pingar outra coisa nesta aposta”.Como o quê, por exemplo?”, eu perguntei, ceticamente. Ele não disse uma palavra, mas olhou para o canto do salão onde April estava sentada. Levei um tempo para perceber o que ele estava insinuando e fiquei chocado com esta proposta não verbalizada. “Porra nenhuma”, eu respondi, “eu não vou apostar minha namorada em um jogo de sinuca!”. “Por quê não?”, ele disse levantando os braços para o alto, “Você disse que eu não tenho nenhuma chance…” Olhei para April, que parecia tão chocada como eu. “Vamos lá!”, pressionou Will, voltando sua atenção para minha garota, “Você não se importa, não é querida? O Damon pode te levar para um jantar finíssimo com todo a grana que ele vai ganhar”. “Hmmm, acho que não…”, ela respondeu, bebericando sua cerveja de forma nervosa. Eu vi Will tirar uma nota de cem dólares e colocá-la sobre a mesa. Eu olhei para a pilha e comecei a imaginar as implicações da aposta que estava para ser feita. “Vocês têm certeza?”, ele perguntou, “Última chance”. Eu me virei para minha namorada “Sabe, as chances dele ganhar são muito poucas”. “O quê?”, ela explodiu, “Você quer me apostar?” “Eu não vou perder! Eu prometo!” Eu me surpreendi comigo mesmo. Eu nunca haveria imaginado, nem em um milhão de anos, que um dia eu tentaria convencer minha namorada a ser apostada em uma mesa de bilhar. “Ótimo!”, ela grunhiu, cruzando seus braços, “Termine logo com isso”. “Então temos um trato?”, perguntou Bill, radiante de otimismo. Eu olhei para April uma última vez, tentando passar confiança com meu olhar, antes de responder. “Sim”, eu disse em tom solene, “É um trato”. “Ótimo”, ele exclamou, voltando para a mesa para sua última tacada. “Embora eu tenha algo maias a dizer”. “O quê?”, aborrecido com a arrogância dele. “Eu quero a bunda dela”. “O quê?”, April e eu gritamos ao mesmo tempo. “Vocês me ouviram”, reiterou ele, “Eu não vou tocar a boceta dela, mas eu quero essa bundinha linda”. “Mas ela nunca deu a bunda!”. “Esta é a questão”, ele disse com um sorriso. “Eu vou ser o primeiro”.

sábado, 5 de maio de 2012

Duvido!

Meu nome é Fábio, o que o que vou contar realmente aconteceu e ainda me deixa morrendo de tesão. Eu estava no segundo ano de faculdade e comecei a namorar uma mina da facul que era do interior e por isso morava sozinha em São Paulo. O nome dela é Viviane, mas todo mudo a chamava de Vi, tinha cabelos castanhos pro avermelhado, pele clara, mais ou menos um metro e setenta uns peitos deliciosos e uma bundinha linda, completamente sem barriga. Uma delícia! O legal da nossa relação é que era terrivelmente baseada em sexo. Ela era meio metida e se achava a tal. Agente tinha uma brincadeira muito legal pra apimentar a nossa vida sexual. Era só um falar eu duvido você fazer tal coisa para o outro ter que realizar. Em geral era algo leve relacionado com exibicionismo. Pra vocês terem uma idéia uma vez duvidei que ela fosse com uma micro saia e sem calcinha numa disco comigo. Lógico que ela aceitou, era uma tarefa fácil. No carro eu já ia passando a mão na buceta dela no maior tesão. Ela chegou bem perto do meu ouvido e disse: “Eu duvido você deixar eu chupar o seu pau até a porta da disco.” Também aceitei logo e ela foi me chupando pelo trânsito até a hora que o manobrista abriu a porta do meu carro pra eu sair. Ela se recompôs, limpou passou batom e entramos. Lá dentro eu ficava dançando, encochava ela passava a mão na bucetinha dela na maior tara. A casa tinha um palquinho e então a peguei pela mão e fomos até lá. Ficamos dançando ali um bom tempo, a polpa da bunda dela já estava aparecendo e tinha juntado um monte de caras na parte de baixo pra ver o show da minha namorada. Eu falei que ia ao banheiro só pra, na volta, passar embaixo do palquinho e ver também o que os outros estavam vendo. Saindo do banheiro vi de longe que ela estava dançando com um cara encochando ela por trás. Eles iam agachando, ele passava a mão na buceta da minha mina de leve, mostrava pros caras que estavam embaixo, etc. Fui ficando com tesão louco de ver a Vi se esfregando em outro cara. Voltei e fiquei um tempo bem embaixo dela. Ela dançava, olhava pra mim, sorria, estava adorando.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Minha esposa, atriz pornô

“Já havia alguns meses que eu me excitava com a idéia de assistir a uma cena de sexo protagonizada por minha esposa – sem a minha participação. Estamos casados há poucos anos, mas, conhecendo-a bem, sei que ela jamais realizaria algo do tipo; a formação religiosa, o tabu, a pressão da sociedade, todos esses fatores contribuíam para abafar a ninfomaníaca que eu sabia existia nela. Nossa vida sexual era bastante ativa, e eu considerava Cris sexualmente curiosa; mas eu duvidava que essa curiosidade pudesse transbordar as barreiras da fantasia. Talvez, era possível, só faltasse um ligeiro empurrão. E encontrei esse empurrão, por acaso, na figura de Fred. Conheci-o um dia, em um bar, durante uma happy hour. Rapidamente ficamos amigos, e ele me contou sobre sua profissão: era diretor e produtor de filmes pornôs. Obviamente isso despertou minha curiosidade, e ele me explicou os pormenores, as situações e as dificuldades desse tipo de atividade. Eu, por minha vez, também me abri, e por efeito do álcool, terminei revelando minha fantasia. Ele disse que se tratava de uma fantasia bastante comum, sendo que ele mesmo havia recebido para a produção de filmes com essa temática. Já estava tarde, então nos despedimos, trocamos cartões e fomos embora. Ao longo de uma semana de trabalho árduo no escritório, tive inveja da profissão de Fred, sem dúvida muito mais agradável. Foi então que, de forma repentina, uma idéia deliciosamente sacana passou pela minha cabeça: ora, porque não faço, eu mesmo, meu próprio filme? E – nesse momento de pau totalmente duro – porque não, estrelado por minha gostosa esposinha? Foi então que liguei para Fred, marquei outro chope e expus meu plano. Ele, que havia simpatizado comigo desde o dia em que nos conhecemos, não se opôs, mas exigiu estar presente. Eu concordei, claro. Marcamos um dia, e fui animado para casa. Na hora do jantar, contei a Cris uma história que, hoje, admito, é bastante ingênua, mas ainda assim ela pareceu ter acreditado. Disse a verdade em parte: que havia ficado amigo de um diretor de filmes pornográficos. Ela achou graça, e se mostrou curiosa. Disse, ainda, que a firma dele passava por dificuldades, e que precisavam encerrar um prazo mas ainda não haviam encontrado uma atriz adequada. Por exigência do cliente, eu menti, a atriz deveria ser morena, olhos claros, baixa, cabelo comprido, seios fartos e muito gostosa – enfim, a descrição da própria Cris. Ela achou graça da coincidência, e perguntou se era tão difícil encontrar alguém como ela. Eu disse que talvez não, mas o final de semana estava chegando e o filme deveria estar pronto na segunda, no máximo na terça. Disse que eles estavam tão ansiosos que não se importariam de usar outra mulher, mesmo que não fosse atriz pornô. “Eu me ofereci para ajudar”, eu disse, “mas não conheço ninguém com essas características”, então acrescentei, “a não ser você”. E sorri levemente. Ela gargalhou, e disse: “Então que tal eu?”. Meu coração acelerou, e pensei que seria mais fácil do que pensei. Mas antes que falasse alguma coisa, ela continuou: “Estou brincando, claro. Não sou desse tipo de mulher”. Eu não teria outra oportunidade pra tocar nesse assunto, e arrisquei: “Sim, mas...”, hesitei, e então falei despreocupadamente “eu não veria problema nenhum”. Ela me olhou intrigada, como se não houvesse entendido. “Ora”, me expliquei, “estaríamos apenas ajudando um amigo. E é uma relação profissional, você até ganharia dinheiro por isso”. Ela continuou calada, e terminou sua janta. Fomos ver televisão sem voltar a tocar no assunto, mas então ela disse: “Digamos que eu aceite...”, e deu uma pausa, “como poderia ter minha identidade preservada”. “Ora”, respondi novamente de forma despreocupada, como se isso fosse indiferente pra mim, mas na verdade já com o pau a ponto de explodir de tão duro, “essa tipo de filme é feito sob encomenda de um cliente particular, no caso é um brasileiro que mora no exterior, e não pode ser reproduzido comercialmente, ou alugado, por exemplo. Apenas meia dúzia de pessoas no máximo teriam acesso ao filme ”. Ela deu de ombros: “Você não sabe, mas acho que participar de um filme pornô é uma fantasia de qualquer mulher”. “E porque não realizar essa fantasia?”, perguntei sorrindo. Ela mais uma vez voltou a ficar calada, e não insisti. Na hora de dormir, contudo, pra minha felicidade, ela aceitou. Nem preciso dizer que transamos como dois animais aquela noite. No dia seguinte acertei com Fred os detalhes. Aguardei o sábado ansiosamente, e Cris constantemente me perguntava como seria. Eu tratava de acalmá-la, dizendo que ela transaria com um ator, sendo que os limites dela seriam respeitados. Poderia rolar relação anal, se ela quisesse; mas a ejaculação facial era obrigatória, por exigência do suposto cliente (na verdade, é claro, por exigência minha – o simples pensamento da minha esposinha com o rosto banhado de porra é suficiente pra me levar às nuvens). Ela queria saber como seria o cara, o que eu não sabia, mas com certeza caralhudo. Ela gostou quando soube disso, sorrindo discretamente: o meu pênis é relativamente pequeno, e sem dúvida a expectativa de receber uma rola bem maior a excitava. E assim passou a semana. No dia tão aguardado, ela estava tão ansiosa que temi fosse recuar. Tratei de acalmá-la com palavras, mas também achamos melhor tomar umas doses de uísque. Ela se preparou o dia inteiro para a ocasião, e finalmente estava vestindo um vestido justo preto muito sexy, sem sutiã e com uma calcinha fio-dental. Estava deliciosa, o que aumentava o meu tesão. Fred telefonou, e então fomos encontrá-lo no local combinado, um apartamento num bairro próximo. Era ali que ele costumava fazer suas gravações. O apartamento era de bom gosto, mas o que chamava a atenção, como pude verificar depois, era a suíte: possuía uma cama king size, com espelhos no teto, quase reproduzindo um ambiente de motel. Fred nos recebeu de forma cerimoniosa, dentro do nosso combinado. Conversou educadamente com minha mulher, lamentando a dificuldade deles em conseguir cumprir aquele prazo. Agradeceu a ela por ter se mostrado disposta a ajudar, e perguntou, de forma profissional, se ela tinha certeza daquilo e se concordava com os termos. Cris assentiu nervosamente, e ele então apresentou um contrato que ela deveria assinar, autorizando o uso de sua imagem para aquela produção. Ele a tranqüilizou, dizendo que não seria um filme para divulgação comercial, mas tão somente para reprodução caseira, e o tal cliente mora no exterior. Ele disse ainda que seria apenas uma cena de sexo, algo em torno de duas horas e que queria algo natural, por isso buscaria deixar ela e os atores à vontade. “Atores?”, Cris perguntou espantada, pois imaginava uma coisa tradicional. Eu também não esperava por isso, mas adorei a surpresa. Ver minha esposinha levando um cacetão já era uma situação tremendamente tesuda, que dirá então dois ao mesmo tempo. “Sim,”, Fred disse, “vamos filmar uma transa a três, com dupla penetração. Algum problema?”. Cris estava nervosa demais pra responder, mas assinou o contrato fajuto que Fred lhe ofereceu. Então ele disse que iria ao quarto ver se tudo estava em ordem, e que aguardássemos na sala. “Você não disse que seriam dois atores ao mesmo tempo”, Cris disse baixinho quando Fred se retirou. “Ora, meu amor, você não é obrigada a fazer isso”. A abracei e pude sentir as batidas aceleradas do seu coração. Falei no seu ouvido: “Aposto que sua bucetinha já está molhada”. Ela sorriu, timidamente. “Nossa, nunca imaginei viver isso”, ela disse, ainda sorrindo, “a não ser em minhas fantasias”. Beijei seus lábios e disse que era uma fantasia que estava se concretizando, e que ela deveria aproveitar ao máximo. Foi nessa hora que Fred apareceu novamente, pedindo para que fossemos para o quarto. Entramos os três no quarto. O aposento, como já disse antes, imitava uma atmosfera de motel; havia uma estrutura para filmagem montada, com duas câmeras em tripés e a parte de iluminação pronta. Dois homens vestidos , um loiro e um moreno, nos aguardavam, um sentado na cama e outro em um sofá próximo. Deduzimos logo que eram os atores com quem Cris iria “contracenar”. De fato, Fred nos apresentou, conversamos um pouco e ambos elogiaram a beleza da minha mulher. Eram educados, e isso deve ter servido pra deixar Cris mais segura. Então Fred deu as últimas instruções e disse que poderiam começar, e tomou seu lugar junto a uma das câmeras. Por minha vez, fiquei próximo dele, não querendo perder um único detalhe. De tão excitado, estava prestes a botar meu pau pra fora e bater uma punheta ali mesmo. O loiro que estava na cama pediu que Cris sentasse ao seu lado. Ela obedeceu, respirando ofegante. Ele se aproximou e, com muita calma, iniciou uma carícia nos seus ombros, alisando de leve, e subindo até a nuca. Minha mulher não se mexia, apenas sentia a mão alisando seu corpo. Sua respiração estava tão ofegante que imaginei que sua bucetinha deveria estar pingando. O cara então encostou os lábios no pescoço dela, beijando de leve. Nessa hora ela fechou os olhos e gemeu. A outra mão do cara já acariciava suas coxas, subindo perigosamente cada vez mais. Ele beijava seu pescoço, agora, com sofreguidão, enquanto a outra mão já havia alcançado a bucetinha por baixo da calcinha. Cris se remexia lentamente, gemendo alto, de olhos fechados. Fred olhou pra mim, sorrindo e fazendo um sinal de positivo, mas eu estava tão fixado na cena que o ignorei. O loiro então parou o que fazia, e mandou que ela tirasse a sua, dele, roupa. Minha mulher prontamente começou a despir o sujeito, ansiosa. Quando ele só estava de cueca, ela parou, impressionada com o volume que surgia. Mas então cuidadosamente tirou essa última peça, revelando uma rola dura e imensa. Nessa hora ela virou pra mim e disse: “Nossa, não sei se vou agüentar tudo isso”. O cara apenas sorriu e puxou ela para um beijo caloroso. Então tirou seu vestido, deixando minha mulher somente de calcinha. Enquanto se beijavam, mão direita dela imediatamente agarrou a rola, fazendo suaves movimentos de vai-e-vem. “Aí está”, pensei, numa mistura de ciúme e tesão, “depois de anos de casamento, minha esposa querida segurando a rola de outro cara”. Havia ciúme, sim, mas o tesão e a vontade de ver muito mais era ainda maior. O loiro sugava seus seios com força, enquanto minha mulher punhetava sua pica com cada vez mais intensidade. Então ele tirou sua calcinha, e deitados na cama com os corpos invertidos, ele começou a lamber sua bucetinha molhada. Ela gemia, punhetando com tanta velocidade, que o cara teve que pedir que ela parasse senão gozaria. Então Fred mandou que ela o chupasse. Cris olhou timidamente para Fred, talvez se lembrando que aquilo era uma filmagem. O loiro sentou na cama e Cris ajoelhou-se no chão entre suas pernas. Meu coração quase parou; não acreditava que outra rola estava prestes a invadir a boca da minha esposinha. Aproximei-me pra ver melhor, assim como Fred, com sua câmera. O cacetão pulsava a poucos centímetros do rostinho bonito da minha mulher. Ela olhou durante alguns segundos, fascinada, e então começou a lamber lentamente a cabeça imensa e vermelha. O cara gemeu. Depois de lamber o cacetão até se fartar, Cris finalmente caiu de boca, abocanhando o máximo que pôde. Segurou a base com a mão direita, e começou a chupada, subindo e descendo a boca. A mão esquerda acariciava o saco. Fred se aproximou o máximo com a câmera, captando todas as nuances daquela mamada fantástica. Sempre achei Cris uma bela boqueteira, mas ainda assim me espantei com a sua volúpia. Mais uma vez, ela chupou com tanta vontade que o cara tirou o pau da sua boca para não gozar naquele momento. Então Fred pediu que ela ficasse de quatro na cama. Senti que poderia gozar a qualquer momento, pois isso significava que finalmente minha mulher seria possuída na minha frente. Ela fez como ordenado, se posicionando na cama, de quatro, com aquela linda bunda empinada. Fiquei fascinado com o fato da minha mulher estar tão exposta diante de três estranhos, e ainda assim não mostrar constrangimento. Pelo contrário, eu pensei, ela estava morrendo de tesão e louca para ter a bucetinha invadida por um cacetão. O loiro se posicionou atrás dela. Fred se aproximou por baixo, câmera em riste, para pegar o melhor ângulo. Então, vagarosamente, a rola foi entrando aos poucos na minha mulher, fazendo-a gemer alto. Quando sentiu tudo dentro, ela desabou sem forças, afundando o rosto na cama. Fred pediu que ela virasse o rosto para que as câmeras pudessem captar suas expressões, um misto de dor e prazer. Então o cara, segurando-a pela cintura, começou o vai-e-vem devagar. Tenho a impressão que logo nos primeiros movimentos Cris começou a gozar, pois gemia alto e rebolou bastante. O cara acelerou as estocadas, e minha esposa gritava como louca, gemendo bastante alto. O cacetão entrava e saía com força, fazendo minha mulher gozar pela segunda vez. Foi nessa hora que o outro sujeito, o moreno, tirou totalmente a roupa e se aproximou da cama, com o pau duro apontado para a boquinha da minha mulher. Cris, sabendo o que era esperado dela, abocanhou o outro pau. Essa visão foi suficiente para mim: minha esposa de quatro, levando na bucetinha enquanto chupa outro cacete. Tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar assistindo à cena. Quando o loiro acelerava as estocadas, Cris não conseguia chupar, e tirava o pau da boca gemendo bastante. Quando o cara desacelerava, ela voltava a mamar. Isso durou vários minutos, até que Fred pediu que mudassem a posição. Assim, o moreno deitou na cama, e Cris entendeu que deveria sentar em seu cacete. Desta forma, eu vi outra rola sendo engolida pela bucetinha, até então só minha, da minha mulher. Ela sentou no cacete duro, ficando praticamente empalada. O loiro ficou em pé na cama e direcionou a rola para a boquinha dela. Cris começou a mexer os quadris, enquanto o loiro segurava sua cabeça e verdadeiramente fodia sua boca. Depois de vários minutos, Fred pediu a dupla penetração. Cris não se opôs, apenas se acomodou melhor na rola do moreno, e deitou sobre seu corpo, de forma que o cuzinho ficasse totalmente exposto. Nessa hora perguntei baixo a Fred se ela conseguiria fazer aquilo, mas ele me tranqüilizou lembrando a experiência dos atores. O outro se aproximou por trás, e, com um pouco de força, empurrou a cabeça inchada no cuzinho da minha esposa. Ela gritou alto quando sentiu a invasão, mas pediu por mais. Com um pouco de força o cara conseguiu introduzir a metade do cacete na bundinha dela, e começou a fodê-la. Minha esposa, levando rola em cima e em baixo, conseguia apenas gemer e rebolar, acompanhando o movimentos dos caras. Percebi, pela sincronização, que eles deveriam estar acostumados com aquilo, e Fred me confirmou depois, era de praxe em todos os seus filmes. Ela deve ter gozado mais de três vezes, até que finalmente eles avisaram que iriam gozar. “No rosto dela, no rosto!”, lembrou Fred baixinho, por trás da câmera. Os dois se posicionaram de pé em frente dela, que, de joelhos, olhava exausta. Os dois punhetaram seus cacetões a poucos centímetros do rostinho da minha mulher, até que os grossos jatos de leite branco a acertaram, no cabelo, queixo, bochechas, testa, boca. Eu, que me masturbava há um certo tempo segurando ao máximo a hora de gozar, me aproximei e também descarreguei minha porra na carinha dela. Cris então deitou sem forças na cama, e vi minha mulher de uma forma totalmente estranha para mim: exausta e suada de tanto foder, a bucetinha e o cuzinho arrombados, esporrada por homens que ela mal conhecia. Enquanto ela descansava, Fred perguntou se eu tinha gostado da realização da minha fantasia e me parabenizou pela performance dela, que, segundo ele, era digna de uma estrela do pornô. Achei graça do comentário e agradeci a ele. Mais tarde, em casa, eu e Cris comentamos o ocorrido, e ela disse que havia gostado da experiência. Alguns dias depois recebi a fita daquela transa pelo correio, e aproveitei para confessar a ela toda a verdade. Ela, que disse que já desconfiava, me recriminou, dizendo que eu não precisava ter inventado toda aquela história, pois, se eu simplesmente contasse minha fantasia, ela teria concordado em realizá-la, mesmo porque era também uma fantasia dela. Depois disso assistimos ao filme, comentando cada cena, e depois tivemos uma noite de amor maravilhosa ... (http://br.groups.yahoo.com/group/adultasfantasias)

sábado, 10 de março de 2012

Pezinhos da Colega Professora

Olá, meu nick é Mike e esse é meu segundo conto. Procure pelo primeiro chamado “Pezinhos da minha aluninha”, que tenho certeza que você vai gostar. Minha apresentação está lá, então vamos aos finalmentes que é o que vocês realmente deve estar querendo saber. Bem, me mudei da escola anterior para um emprego muito melhor ganhando mais. Estou em uma outra escola já faz uns 4 anos. Nesse período, conheci Larissa (nome fictício mas muito parecido com o nome dela). Ela é uma professora também na escola na qual trabalho. Ela deve ter 1,60, cabelos longos e lisos castanhos, peitinhos médios, bundinha legal e uma carinha linda de anjo. Apesar disso tudo (e dela ter namorado), o que me impressionou não foi nem a beleza dela, que realmente chama a atenção, ou o fato dela ser gente boa, mas ela tem uns pés mais lindos que eu já vi. Você pode estar pensando: “Poxa, existem muitos pezinhos bonitos por ai”, mas eu realmente não conseguiria descreve-los para você. Pense nos pés mais perfeitos que você já botou os olhos; eles são melhores. Dedinhos bem cuidados, lisinhos, com um arco em baixo de cair o queixo e unhas sem bem feitas, pintadas geralmente de branco. Nossa, agora pensando neles me deu até tesão. O fato é que eu sempre admirei os pés dela, desde a primeira vez que eu os vi, e acabei comprando uma daquelas cameras espiãs na loucura de poder filma-los para levar para casa e bater uma. E não é que eu consegui? Todas as vezes que eu tinha oportunidade, eu gostava de conversar com ela. O chão da sala dos professores é encarpetado e portanto, ela sempre tirava a sandalinha em baixo da mesa e dava um show de dangling ou esfregava um pezinho no outro, tirava e colocava do sapato, era uma loucura só de ver ao vivo, chegando em casa eu me matava na punheta.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Minha namorada dando para outro

bom galera, me chamo marcos e namoro paola (nomes fictícios) há 3 anos. nossa vida sexual sempre foi muito boa, ativa, mas nunca tivemos fantasias ou exageros. porém a algum tempo venho despertando a fantasia de uma terceira pessoa em nossas transas. ela é muito bonita, tem 23 anos, loira, possui seios grandes e durinhos, uma bunda enorme, muito gostosa, sem nenhum tipo de estrias ou celulite, pernas grossas e bem torneadas, além de ser bem educada e tranqüila. no inicio fiquei constrangido de conversar sobre minha fantasia, tinha receio de ser tachado de corno, sempre critiquei tais atitudes. sempre a satisfiz, ela sempre gostou de transar comigo. modestia parte tenho o pau grande e grosso, além de meter com bastante safadeza nela. resolvi começar a conversar essa fantasia por email, perguntava o que ela achava, mas sempre media bem as palavras deixando claro apenas minha curiosidade e se ela teria coragem. no começo ela achou ruim, disse que era contra os seus princípios, perguntou se eu não a amava, se eu não gostava mais dela. deixei claro que seria apenas uma brincadeira sem nenhum tipo de envolvimento sentimental com outro cara, que a amava e diferente de outros tipos de fantasia (voyeur no caso), eu seria ativo todo o tempo, seja comendo ela, seja ela me chupando. não a deixaria dando sozinha para o cara, falei sobre o sigilo, sobre nada haver com sentimentos mas sim com tesão, e a idéia de certa forma passou a ser aceita, fantasiamos em nossos emails picantes diversas situações, várias vezes transávamos falando as coisas que eram escritas em nossos e-mails, a imaginação era fértil de ambos. um dia, estava à toa em casa e resolvi dar uma procurada em acompanhantes pela internet, afinal tudo isso tinha que ser bem sigiloso, com uma pessoa neutra, de preferência com certa experiência nesse tipo de situação, não queria que ficássemos constrangidos. foi ai que achei uma agência de garotos de programa da minha cidade.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha

 (Uma história de masturbação)
 Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?. Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum. Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido. Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade. Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.

Ele quis,eu fiz!

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A Namorada Japonesa

Felipe era muito amigo de Serginho, se conheceram no primeiro ano de faculdade e agora no último semestre, não tinham dúvidas que era amizade pra vida toda. Os dois tinham 22 anos e começavam à encarar a vida real, a vida verdadeira, feita de trabalhos, responsabilidades e cada vez sobrando menos tempo para brincadeiras. Apesar disso ainda estavam no auge do espírito jovem, mais do que isso, mantinham os hábitos de moleque...jogar videogame, ir no boliche, procurar vídeos de putaria ou comédia na internet, tudo isso ainda constava entre os seus passatempos nas horas de folga.Serginho era o mais avançado dos dois no quesito responsabilidade, recentemente havia se mudado com a sua namorada, Ayumi, para um pequeno apartamento. Com quase dois anos de namoro sério, decidiram que era hora de começar a viver juntos. Felipe por sua vez estava solteiro e um tanto confuso, saía de um namoro relâmpago que terminou de hora pra outra quando sua mina foi aprovada num concurso público, só que a vaga era pra desempenhar função no Amazonas, bem longe de São Paulo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vi minha Namorada perder o cabaço do cuzinho

by Marcelo Macedo

Esta história é verdadeira e talvez vocês achem interessante, pelo menos é o que espero. Moro em Aracaju - SE, e tenho uma namorada de 23 anos, morena, olhos claros, 170, gata e gostosa, chamada Amanda! Não nego que sou muito ciumento, muito mesmo! Creio que todo cara que gosta de sua mulher certamente tem ciúmes. Ela gosta de usar uma roupa mais provocante, eu até deixo, acho que valoriza a mulher, só não pode apelar! Mas vamos ao Conto.Conheci Digão na academia e começamos a reversar entre os equipamentos e logo ficamos amigos, ele era gente boa e logo virou parceiro de putaria, pois pegavamos escondindos algumas meninas da academia. A medida que a amizade crescia e fala mais sobre o meu relacinamento com Amanda, minha namorada, ele dizia que eu tinha muita sorte pois ela era linda. O Problema é que Amanda é muito recatada na cama, ainda não chupava e muito menos liberava a bundinha pra mim, e eu ficava louco por isso. Quando contei isso pra Digão ele disse que iria me ajudar, bastava só levar a minha naorada para casa dele que iria rolar uma festa na piscina. Fiquei com um pé atráz, mas topei.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Meu melhor amigo encheu minha namorada de Porra!

by Rinaldo

Olá, meu nome é Rinaldo, tenho 25 anos e moro sozinho numa casa grande e com piscina, o que vou relatar aconteceu comigo no final do ano passado. Namoro uma moça a mais de 2 anos, Luciana. Ela tem 22 anos e um corpo de deixar qualquer homem maluco. Ela é loira, cabelos compridos e olhos claros, tem as coxas bem grossas e um bundão maravilhoso, seios médios e a buceta grande, porém apertadinha. Nosso namoro sempre foi gostoso, com muitas brincadeiras durante o sexo e muitas inovações. Nunca deixei que caísse na rotina. Na maioria dessas brincadeiras, fantasiávamos mais uma pessoa transando com a gente; às vezes mulher e outras vezes um homem. Ela tinha essa fantasia de trepar com dois homens ao mesmo tempo e eu também já curtia muito a idéia. Bem, aconteceu que um dia convidei o meu melhor amigo, Sérgio, para ir à minha casa num domingo. Faríamos um churrasquinho e colocaríamos o papo em dia, já que fazia tempo que não nos víamos pois ele se mudara para outra cidade. Estaríamos somente nós três: eu, Sérgio e a Luciana. Eu sabia que Sérgio tinha tesão pela Lu, já que éramos amigos há muito tempo, sempre comentávamos sobre ela e ele tinha total liberdade de falar o que quisesse. Falava mesmo abertamente sobre a bunda, os peitos e a buceta da minha namorada, mas ele sabia que eu não me importava. Até gostava de ouvi-lo falar dela. Chegando então o domingo comecei a preparar tudo quando Luciana chegou. Mais ou menos às 10h estava tudo pronto e ela foi trocar de roupa, então eu sugeri a ela que colocasse um fio-dental.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Relaxa, ele sempre quis ser corno !!

by Virando Corno

Já estávamos casados há uns 10 anos, quando comecei a sentir uma vontade muito grande de assistir minha esposa transando com outro homem. No início, toda vez que eu pensava nessa possibilidade, me reprimia profundamente, mas também me sentia cada vez mais excitado em pensar nela chupando e gemendo na vara de outro macho. Como começamos a namorar ainda muito jovens, segundo ela mesma costumava afirmar, eu fui o único homem na vida dela. Aproveitando então este gancho, tentando explorar uma possível curiosidade dela em relação a outros homens, criei coragem e contei a ela que tinha a fantasia de vê-la transando com outro homem, e de preferência, bem-dotado, já que meu pau é modesto, 15,5x4 cm, e a boceta dela é bem avantajada. Quando ela percebeu que eu estava falando sério, começou a brigar comigo, dizendo que eu já não a amava mais, que queria dividi-la com outro e coisas do gênero, sem contar que ficou uns 15 dias sem conversar comigo. Diante da negativa tratei de arquitetar uma forma de convencê-la gradualmente, então comecei a pegar filmes pornô cujo enredo era de mènage masculino, e com atores sempre bem-dotados, depois dei a ela um vibrador daqueles com saco e tudo de 21x6 cm. No início ela não quis nem saber do vibro, mas com muito papo e jeitinho, ela concordou em experimentar... na primeira vez acho que foi um pouco dolorido, pois o vibro é bem grosso, mas com o tempo ela foi se acostumando e .... gostando!

Traído pelo melhor Amigo

by Corno Tranquilo

Isso me aconteceu a umas 2 semanas e até agora não sei o que fazer, sempre pensei que isso acontecesse comigo, eu agiria de forma até violenta, mas quando aconteceu, fiquei sem ação, e estou assim até hoje. Mas vou contar o que ocorreu. Tenho 35 anos e sou casado com uma linda mulher de 28 anos, que além de ser muito bonita de rosto, tem um corpo que chama a atenção de todos pela beleza de suas formas. Digamos que ela se chame Flávia. Tudo ia muito bem em nossa vida, até aquela tarde. Eu havia saído após o almoço, retornando ao trabalho. No caminho o pneu do carro furou e verifiquei que o estepe também estava murcho. Liguei para o trabalho e resolvi voltar para casa de ônibus pois não estava muito longe de casa. Ao chegar vi estacionado na porta de minha casa o carro de meu melhor amigo, Paulo, amigo de muitas farras desde nossa adolescência. Apesar de saber que ele tinha conhecimento que à essa hora eu estava no trabalho, não pensei em nada demais, e até lembrei que ele poderia me ajudar com meu carro. Abri a porta despreocupadamente e ao entrar ouvi vozes vindas da sala de estar. Fui chegando naturalmente e já ia me anunciar quando vi que Paulo tinha uma das mãos de Flávia entre as suas. Achei que não deveria surpreendê-los daquela forma , pois seria constrangedor. Aguardei um instante e então percebi que ele estava tentando seduzí-la. Estranhamente, em vez de entrar na sala e expulsá-lo de minha casa, até usando de violência, fiquei paralizado e sem ação. E me escondi atrás de umas cortinas que haviam na entrada da sala. Eu não entendia minha reação.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vi minha mulher como uma verdadeira atriz pornô

por Marido Ousado

Este fato que relatarei ocorreu finalmente após anos e anos de fantasia. Acho que de tanto assistir a filmes adultos no canal Sexy Hot, foi surgindo um fetiche, uma fantasia que muitos possuem, mas não admitem, dada a sociedade na qual vivemos.

O tal fetiche é o seguinte: transando com minha mulher, vinha imaginando ela dando pra um outro cara mais bem dotado do que eu. Olha que eu tenho 19,5 centímetros de pau, que já não é pouco.

A fantasia foi nos levando para salas de bate-papo. E numa delas, conversei com um cara que tinha um membro de 23 centímetros. Quando chamei-o, mesmo on line, para uma conversa mais apimentada, minha gata até se assustou, mas no fim gostou e ficou com muito tesão e entrou no clima da conversa, dizendo-se ali, vendo aquela foto, que gostaria de ter aquela pica toda enterrada na sua bucetinha.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Meu patrão queria uma xaninha e eu dei gostoso!!

by Jaque lora
Email: danifofura2009@hotmail.com


Me chamo Jaqueline e minha experiência aconteceu no ultimo sábado. Eu sou Loira de 1.76 tenho 62 kg e me considero muito bonita. Eu trabalho no escritório de uma casa noturna. Sou auxiliar administrativa. No escritório trabalhamos só eu e meu patrão. Trabalho apenas 6 messes nesse serviço. Essa casa noturna fica dentro do shopping na minha cidade, o Escritório fica atrás da recepção, é tudo junto, entra-se na recepção, atrás do balcão ficam os escritórios e pro outro lado a entrada da boate, a qual não citarei o nome. O caso é que eu estava fazendo meu trabalho rotineiro de sábado, verificar estoque do bar e algumas outras coisas, eram 10horas da manhã, eu já tinha feito o serviço mais bruto e fui para o meu escritório fazer o fechamento da noite de sexta. Foi ai que meu patrão o Sr. Marcos entrou, ele se sentou no sofá da recepção e praguejou algumas coisas. Xingou mesmo! Eu fiquei só reparando pelo vidro,( do qual ele não podia me ver, tem somente visibilidade de dentro pra fora) parecia muito nervoso. 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Menáge com minha esposa

by Silvio

Nos apresentando, nos chamamos Silvio e Karina. Temos 37 e 36 anos, respectivamente. Somos profissionais liberais e estáveis financeiramente. Bem apessoados, praticamos esportes com regularidade.

Sempre tive a fantasia de transarmos a três e, em nossas transas, sempre comentávamos a respeito dessa possibilidade. Ela também se excita com isso, mas nunca havíamos chegados às vias de fato, nem coragem para isso tínhamos...

Como de praxe, todas às sextas-feiras saímos para tomar uma cerveja com amigos e ficávamos bem alterados. Ela devia estar no período da ovulação nesse dia, pois me provocava...

Ser corneado me deixou tarado

by Casal Interior SP

Meu nome é Pedro e o da minha esposa Fernanda (nomes fictícios). Hoje, tenho 33 anos e ela 30. Somos casados há quase cinco anos. Somos pessoas esteticamente convencionais, nada de corpo sarado ou essas baboseiras...Porém, um detalhe na minha esposa que sempre me chamou a atenção são seus seios - lindos e fartos - e seu torneado bumbum...

Há algum tempo, venho tentando insistir com minha esposa sobre termos um casamento aberto e podermos sair com outras pessoas, caso tenhamos vontade.

Bom, nós somos de uma cidade no interior de São Paulo e, todo mês, tenho que viajar uma semana a trabalho. No mês de agosto deste ano, fui até Goiás, de onde voltaria apenas no fim de semana.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Meu irmão na nossa vida de casado (Continuação)

by Rapha386


Sexta feira lá estava eu tranqüilo, de folga deitado no sofá quando Cinthia chegou em casa acompanhada de sua irmã Raquel e uma amiga dela. Levou as meninas pro quarto que meu irmão usava. Voltou logo em seguida dizendo que trouxe elas pra provarem algumas lingeries e me arrastou pro quartinho de sapatos. Me pediu pra ajoelhar e assistir. Me abaixei e coloquei olho no furo da parede. Neste momento Raquel vestia uma calcinha. Pude ver suas coxas e sua bunda. Pude ver seus seios maravilhosos. Cinthia começou a passar a mão em meu pau por cima do calção e começou a sussurrar todo tipo de coisa, me pedindo para me imaginar fudendo sua irmã. Meu pau ficou arrebentando de duro. De repente a menina que acompanhava a irmã de minha mulher começou a tirar a roupa no quarto. Ela é do tipo cheinha, com seios grandes, uma bunda grande e perfeita.Pele branca e parece, nunca levou sol na vida. Seus cabelos são encaracolados e louros avermelhados e havia muitas sardas em seu rosto. A julgar pela cor de seus pentelhos e os pelos em seu cú, percebi que era do tipo loura/ruiva original. Uma menina muito gostosa. A essa altura já tinha tirado meu pau pra fora do calção e minha mulher dizia todo tipo de bobagem em meu ouvido e por mais que ela falasse somente na Raquel, foi na menina ruiva gordinha que fixei meus olhos na hora de gozar. Minha porra se espirrou pela parede encharcando a mão de Chintia que não parou de me masturbar até que sentisse que não havia mais nada a se extrair do meu pau. Cinthia me perguntou se eu tinha gostado de ser punhetado enquanto contemplava sua irmã nua experimentando calcinhas? Não menti pra ela e confessei que o tesão na hora bateu mais forte pela amiga da irmã. Então minha esposa me contou que aquela ruiva se chamava Juliana e era a empregada da casa de sua mãe. Resolvi nesse mesmo dia fazer um churrasco. Meu irmão Mario chegou a tarde feliz por ter feito boas vendas e o clima ficou legal. Pedi pra Cinthia que se vestisse de forma provocativa, mas não interferi nas roupas. Eram umas 8 horas da noite e eu e Mario estávamos lá na churrasqueira bebendo e conversando quando Cinthia chegou. Vestia um short de lycra branco apertadíssimo, camiseta e chinelos. Bebemos e nos divertimos. Durante toda a noite, Mario olhou pra Cinthia

Meu irmão na nossa vida de casado

by Rapha386


Essa minha história é verídica porém não tenho o compromisso de faze-los acreditar. Umas das vantagens dos sites de contos é que há tanta invenção e fantasias que as histórias verdadeiras acabam se misturando.
Meu nome é Raphael. Tenho 36 anos e sou analista de sistemas. Minha esposa é Cinthia, 32 anos, vendedora da Avon, trabalha em casa com venda de lingeries e todo tipo de produtos para mulheres. Tenho um irmão, na verdade um meio irmão, filho da minha mãe com o primeiro marido. Mario tem 44 anos. Crescemos juntos, e até a pouco tempo atrás, éramos sócios numa empresa de consultoria. Sou padrinho do seu casamento e ele do meu. Meu casamento com Cinthia, pode se dizer era ótimo. Cinthia é uma gata, no auge aos 32 anos, loura, pela clara, uma bunda indiscutivelmente fantástica e seios pequenos como de uma ninfeta. Cinthia parece-me, teve apenas um namorado antes de mim, responsável pelo fim de sua virgindade. Aí o segundo fui eu e nos casamos. Isso foi há 12 anos. Vida normal. Meu irmão Mario, sempre foi um beberrão e mulherengo e constantemente vivia brigando com sua esposa devido as noitadas fora de casa, até que a paciência de sua dela acabou . Mario saiu de casa e decidiu ir embora da cidade. Representante comercial, Mario vendia medicamentos para os laboratórios. Meu irmão encontrou um apartamento mas antes precisava acertar e resolver alguns problemas relativos a documentação e pensão pra sua esposa. Hospedei-o em minha casa nesse ultimo mês em que ficaria em nossa cidade. Foi a í que nossa vida mudou. Mario vivia triste e desconsolado pela separação. Uma noite chegou muito bêbado em nossa casa e caiu no banheiro. Ouvi o barulho. Peguei a chave reserva que tinha e abri. Mario estava sentado no chão, meio desmaiado. Tentei levantá-lo mas, não consegui. Meu irmão é baixo mas, é atarracado.Pernas muito grossas e peludo. Cabelos encaracolados já grisalhos pela idade. Mas o que me chamou a atenção foi o tamanho do pau do meu irmão! Grosso como nunca vi . O pau dele estava arregassado. A cabeça parecia uma maçã pequena. O pau dele estava mole mas a grossura é assustadora. Curto e grosso literalmente. Não sei porque tomei esta decisão mas resolvi chamar minha esposa Cinthia para me ajudar a levantar meu irmão.Eu poderia ter ficado ali e esperado que meu irmão se recuperasse mas no fundo mesmo acho que eu quis que Cinthia visse aquilo. Cinthia entrou e riu com a situação. Pude notar a primeira vez que minha esposa olhou pro pau do meu irmão. Sua fisionomia mudou. Mario é muito pesado e tivemos dificuldades para levá-lo pro quarto. Quando o levantamos, Mario ajudou caminhando. Colocamos ele na cama e o deixamos lá dormindo. Em nosso quarto, conversamos sobre o ocorrido e confesso que não fiquei nada surpreso quando Cinthia quis transar O que me surpreendeu mesmo foi o jeito que ela transou comigo. Parecia

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Alargaram o cuzinho da minha namorada

by Casal Safado
Meu nome Rodrigo, tenho 28 anos, sou casado com Letícia há 2 anos. Começamos a namorar com 17 anos. Nosso namoro começou morno, sem muito desejo e com bastante timidez em relação ao sexo pois ambos não tinham muita experiência no assunto.
Mas com o passar dos primeiros meses do namoro, o desejo foi aumentando. Fomos descobrindo prazeres na cama até então inimagináveis.
Descobri que minha namoradinha virava uma putinha na cama, fiquei muito surpreso e ela disse sentir ainda mais surpresa que eu, pois não imaginava que ela mesma gostava de tanta safadeza entre 4 paredes.
Logo nos primeiros meses ela aprendeu a chupar me pau como uma autentica puta, com muita vontade, quando eu a deixava muito excitada nos amasso ela chegava a implorar pra eu tirar o pau pra fora pra ela dar uma mamada.
Depois de alguns meses nas horas em que ela me chupava, comecei a insinuar que se ela continuasse chupando tão gostoso eu seria obrigado gozar na cara dela e deixaria ela toda lambuzada igual às putas dos filmes pornográficos que ela tanto gostava de assistir. Mas ela sempre fazia aquela cara de safada e balançava cabeça dizendo não. Até que numa certa noite numa chupada gostosa gozei na cara dela. Ela soh tirou o pau da boca e deixou eu lambuzar seu rostinho e fez cara de quem gostou e me chamou de sem vergonha. Nas trepadas seguintes ela começou a pedir e implorar para que eu não gozasse dentro da bucetinha e sim na cara dela, e eu sempre sussurrava “Toma minha porra safada, engole tudo que eu sei q tu gosta” até q um dia, pra minha surpresa, ela engoliu tudo sem deixar cair nenhuma gota e fez uma cara de saciada. A partir de então em boa parte das trepadas ela implorava pra eu deixar ela engolir minha porra, pois se se achava muito puta fazendo isso.

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