terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Minha namorada dando para outro

bom galera, me chamo marcos e namoro paola (nomes fictícios) há 3 anos. nossa vida sexual sempre foi muito boa, ativa, mas nunca tivemos fantasias ou exageros. porém a algum tempo venho despertando a fantasia de uma terceira pessoa em nossas transas. ela é muito bonita, tem 23 anos, loira, possui seios grandes e durinhos, uma bunda enorme, muito gostosa, sem nenhum tipo de estrias ou celulite, pernas grossas e bem torneadas, além de ser bem educada e tranqüila. no inicio fiquei constrangido de conversar sobre minha fantasia, tinha receio de ser tachado de corno, sempre critiquei tais atitudes. sempre a satisfiz, ela sempre gostou de transar comigo. modestia parte tenho o pau grande e grosso, além de meter com bastante safadeza nela. resolvi começar a conversar essa fantasia por email, perguntava o que ela achava, mas sempre media bem as palavras deixando claro apenas minha curiosidade e se ela teria coragem. no começo ela achou ruim, disse que era contra os seus princípios, perguntou se eu não a amava, se eu não gostava mais dela. deixei claro que seria apenas uma brincadeira sem nenhum tipo de envolvimento sentimental com outro cara, que a amava e diferente de outros tipos de fantasia (voyeur no caso), eu seria ativo todo o tempo, seja comendo ela, seja ela me chupando. não a deixaria dando sozinha para o cara, falei sobre o sigilo, sobre nada haver com sentimentos mas sim com tesão, e a idéia de certa forma passou a ser aceita, fantasiamos em nossos emails picantes diversas situações, várias vezes transávamos falando as coisas que eram escritas em nossos e-mails, a imaginação era fértil de ambos. um dia, estava à toa em casa e resolvi dar uma procurada em acompanhantes pela internet, afinal tudo isso tinha que ser bem sigiloso, com uma pessoa neutra, de preferência com certa experiência nesse tipo de situação, não queria que ficássemos constrangidos. foi ai que achei uma agência de garotos de programa da minha cidade.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pau anônimo

Nervosos como adolescentes, finalmente fomos à casa de swing. Primeira vez. Ingrid de saia, sem calcinha, e uma blusa que evidenciava seus lindos seios, durinhos antes mesmo de entrarmos. Fomos direto ao bar. Era uma quarta-feira, não estava lotado. Melhor assim. A idéia inicial era só olhar e ver o que acontece. Depois de alguns copos, fomos a uma sala grande onde acontecia de tudo. Uma mulher chupava dois paus. O homem atrás dela, massageando seus ombros, era provavelmente o marido, feliz da vida. Em outro canto, duas loiras se beijavam sob os olhares vidrados de dois senhores. No meio da sala, uma jovem ruiva, de pé, segurava um cacete e tentava alcançar outro, rindo sem parar. Um senhora sentava num rapaz, ágil como uma ninfeta. Ficamos alguns minutos olhando tudo, comentando, trocando beijos. Eu roçava meu pau na bundinha dela e, com a mão por baixo da saia, pude confirmar que ela já estava molhada. Entramos numa sala fechada e escura, cercada por uma espécie de grade de madeira pela qual qualquer um poderia nos ver na penumbra. Chupava a bucetinha da minha esposa e ela, sentada num grande banco acolchoado, ia me dizendo quantas pessoas estavam olhando pelas frestas. Num dado momento, contou sete pessoas. Era visível o tesão da minha putinha. Sempre adorou provocar e sabia o quanto era linda e gostosa. Ela se abria toda, gemia baixinho, jogava a cabeça pra trás.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Minha Irmã e Eu – O Jogo Sacana

Fiquei incumbido de cuidar de minha irmãzinha enquanto meus pais foram visitar minha Avó. Era um dia chuvoso de Sábado, eu descia as escadas chegando à sala e colocando a cortina de lado espiava o mundo exterior, era só água descendo do céu. Sentei-me no sofá e fiquei contemplando minha irmã deitada no sofá, estava bem à vontade, de blusinha branca de alcinha, calcinha da pucca e meia rosa aqueles pezinhos gostosos. Minha irmã já estava bem grandinha e formosa. Lembro-me muito bem do dia que a vi se masturbando em frente ao PC daqui de casa no meu quarto! Depois deste dia tudo mudou. Foi então que chamei Gabriela para jogar o jogo da sorte, havia inventado aquilo naquele instante, prontamente ela aceitou dizendo que a TV estava muito chata mesmo. Sentei-me no carpete da sala cruzando as pernas e Gabi veio e sentou-me no meu colo, formando uma flor de lótus. Sempre fomos muito próximos e por isto sentar no meu colo era algo comum, porém mal ela sabia que minha mente era pura maldade naquele momento. O jogo seria o seguinte, ela teria que escolher uma carta entre três, eu ira embaralhá-las no chão e ela teria que adivinhar em que posição sua carta estaria, caso acertasse eu teria que pagar um castigo e caso errasse ela pagaria um castigo. Ela aceitou então começamos o jogo, ela escolheu 10 de paus.

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