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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Pagando o Velho Síndico

Olá, meu nome é cintia, tenho 25 anos, sou casada com o humberto há 05 anos. meu marido foi meu primeiro e único homem. bem, tenho um corpo gordinho muito gostoso, peso 69kg, mas para minha estatura ficam muito bem distribuídos...seios tamanho g, mas durinhos, empinadinhos, rosados...mamilos pequenos, e meu marido sabe muito bem tratar deles, tanto que me excitam muito...coxas grossas e durinhas, pq eu malho...pele quente, macia...bom, isso tudo eh com base no que meu marido sempre disse. moramos num edifício de apartamentos em são paulo, e meu marido é consultor e eu historióloga, mas não trabalho. não temos filhos. este fato que vou narrar aconteceu há uns 06 meses, e foi único na minha vida. no prédio temos um síndico, um senhor de cerca de 65 anos, alto, forte, mas um nojento. um português que acha que sabe de tudo, que pode tudo, cheio de razão... nunca simpatizei com ele, que tem umas brincadeirinhas idiotas, como cuspir no chão e mandar o porteiro limpar! sempre abominei esse homem aqueroso que tanta náusea sempre me causou. qdo olhava para as mulheres, parecia que ia comer cada uma, se achava muito gostoso, mas comigo nunca disse um “a”, mas com os olhos me devorava! procurava passar o mais distante possível dele, e se era inevitável, dava bom dia e ele com aquele sorriso sínico respondia, e passava o mais rápido possível. um dia meu marido veio com uma notícia bombástica em casa... havia sido demitido, e a empresa estava se negando a pagar sua rescisão pq estavam falidos. imediatamente meu marido começou a procurar emprego, mas nada! nossas reservas estavam acabando, e eu tb comecei a procurar, mas tb nada. começamos então a atrasar algumas contas, o que dava pra deixar deixava-se....até que começamos a deixar tb o que não dava...inclusive o condomínio...passou-se um, dois, três meses. um belo dia, estava eu saindo do banho, e a campainha tocou! coloquei rapidamente um shortinho branco e uma blusinha de alcinha branca que tenho so pra abrir a porta, imaginando que fosse uma vizinha amiga minha, pois gente de fora não poderia ser já que não houve anúncio no interfone. qual não foi minha surpresa qdo abri a porta e me deparei com aquele homem, o síndico. seu nome era pedro.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Minha esposa, atriz pornô

“Já havia alguns meses que eu me excitava com a idéia de assistir a uma cena de sexo protagonizada por minha esposa – sem a minha participação. Estamos casados há poucos anos, mas, conhecendo-a bem, sei que ela jamais realizaria algo do tipo; a formação religiosa, o tabu, a pressão da sociedade, todos esses fatores contribuíam para abafar a ninfomaníaca que eu sabia existia nela. Nossa vida sexual era bastante ativa, e eu considerava Cris sexualmente curiosa; mas eu duvidava que essa curiosidade pudesse transbordar as barreiras da fantasia. Talvez, era possível, só faltasse um ligeiro empurrão. E encontrei esse empurrão, por acaso, na figura de Fred. Conheci-o um dia, em um bar, durante uma happy hour. Rapidamente ficamos amigos, e ele me contou sobre sua profissão: era diretor e produtor de filmes pornôs. Obviamente isso despertou minha curiosidade, e ele me explicou os pormenores, as situações e as dificuldades desse tipo de atividade. Eu, por minha vez, também me abri, e por efeito do álcool, terminei revelando minha fantasia. Ele disse que se tratava de uma fantasia bastante comum, sendo que ele mesmo havia recebido para a produção de filmes com essa temática. Já estava tarde, então nos despedimos, trocamos cartões e fomos embora. Ao longo de uma semana de trabalho árduo no escritório, tive inveja da profissão de Fred, sem dúvida muito mais agradável. Foi então que, de forma repentina, uma idéia deliciosamente sacana passou pela minha cabeça: ora, porque não faço, eu mesmo, meu próprio filme? E – nesse momento de pau totalmente duro – porque não, estrelado por minha gostosa esposinha? Foi então que liguei para Fred, marquei outro chope e expus meu plano. Ele, que havia simpatizado comigo desde o dia em que nos conhecemos, não se opôs, mas exigiu estar presente. Eu concordei, claro. Marcamos um dia, e fui animado para casa. Na hora do jantar, contei a Cris uma história que, hoje, admito, é bastante ingênua, mas ainda assim ela pareceu ter acreditado. Disse a verdade em parte: que havia ficado amigo de um diretor de filmes pornográficos. Ela achou graça, e se mostrou curiosa. Disse, ainda, que a firma dele passava por dificuldades, e que precisavam encerrar um prazo mas ainda não haviam encontrado uma atriz adequada. Por exigência do cliente, eu menti, a atriz deveria ser morena, olhos claros, baixa, cabelo comprido, seios fartos e muito gostosa – enfim, a descrição da própria Cris. Ela achou graça da coincidência, e perguntou se era tão difícil encontrar alguém como ela. Eu disse que talvez não, mas o final de semana estava chegando e o filme deveria estar pronto na segunda, no máximo na terça. Disse que eles estavam tão ansiosos que não se importariam de usar outra mulher, mesmo que não fosse atriz pornô. “Eu me ofereci para ajudar”, eu disse, “mas não conheço ninguém com essas características”, então acrescentei, “a não ser você”. E sorri levemente. Ela gargalhou, e disse: “Então que tal eu?”. Meu coração acelerou, e pensei que seria mais fácil do que pensei. Mas antes que falasse alguma coisa, ela continuou: “Estou brincando, claro. Não sou desse tipo de mulher”. Eu não teria outra oportunidade pra tocar nesse assunto, e arrisquei: “Sim, mas...”, hesitei, e então falei despreocupadamente “eu não veria problema nenhum”. Ela me olhou intrigada, como se não houvesse entendido. “Ora”, me expliquei, “estaríamos apenas ajudando um amigo. E é uma relação profissional, você até ganharia dinheiro por isso”. Ela continuou calada, e terminou sua janta. Fomos ver televisão sem voltar a tocar no assunto, mas então ela disse: “Digamos que eu aceite...”, e deu uma pausa, “como poderia ter minha identidade preservada”. “Ora”, respondi novamente de forma despreocupada, como se isso fosse indiferente pra mim, mas na verdade já com o pau a ponto de explodir de tão duro, “essa tipo de filme é feito sob encomenda de um cliente particular, no caso é um brasileiro que mora no exterior, e não pode ser reproduzido comercialmente, ou alugado, por exemplo. Apenas meia dúzia de pessoas no máximo teriam acesso ao filme ”. Ela deu de ombros: “Você não sabe, mas acho que participar de um filme pornô é uma fantasia de qualquer mulher”. “E porque não realizar essa fantasia?”, perguntei sorrindo. Ela mais uma vez voltou a ficar calada, e não insisti. Na hora de dormir, contudo, pra minha felicidade, ela aceitou. Nem preciso dizer que transamos como dois animais aquela noite. No dia seguinte acertei com Fred os detalhes. Aguardei o sábado ansiosamente, e Cris constantemente me perguntava como seria. Eu tratava de acalmá-la, dizendo que ela transaria com um ator, sendo que os limites dela seriam respeitados. Poderia rolar relação anal, se ela quisesse; mas a ejaculação facial era obrigatória, por exigência do suposto cliente (na verdade, é claro, por exigência minha – o simples pensamento da minha esposinha com o rosto banhado de porra é suficiente pra me levar às nuvens). Ela queria saber como seria o cara, o que eu não sabia, mas com certeza caralhudo. Ela gostou quando soube disso, sorrindo discretamente: o meu pênis é relativamente pequeno, e sem dúvida a expectativa de receber uma rola bem maior a excitava. E assim passou a semana. No dia tão aguardado, ela estava tão ansiosa que temi fosse recuar. Tratei de acalmá-la com palavras, mas também achamos melhor tomar umas doses de uísque. Ela se preparou o dia inteiro para a ocasião, e finalmente estava vestindo um vestido justo preto muito sexy, sem sutiã e com uma calcinha fio-dental. Estava deliciosa, o que aumentava o meu tesão. Fred telefonou, e então fomos encontrá-lo no local combinado, um apartamento num bairro próximo. Era ali que ele costumava fazer suas gravações. O apartamento era de bom gosto, mas o que chamava a atenção, como pude verificar depois, era a suíte: possuía uma cama king size, com espelhos no teto, quase reproduzindo um ambiente de motel. Fred nos recebeu de forma cerimoniosa, dentro do nosso combinado. Conversou educadamente com minha mulher, lamentando a dificuldade deles em conseguir cumprir aquele prazo. Agradeceu a ela por ter se mostrado disposta a ajudar, e perguntou, de forma profissional, se ela tinha certeza daquilo e se concordava com os termos. Cris assentiu nervosamente, e ele então apresentou um contrato que ela deveria assinar, autorizando o uso de sua imagem para aquela produção. Ele a tranqüilizou, dizendo que não seria um filme para divulgação comercial, mas tão somente para reprodução caseira, e o tal cliente mora no exterior. Ele disse ainda que seria apenas uma cena de sexo, algo em torno de duas horas e que queria algo natural, por isso buscaria deixar ela e os atores à vontade. “Atores?”, Cris perguntou espantada, pois imaginava uma coisa tradicional. Eu também não esperava por isso, mas adorei a surpresa. Ver minha esposinha levando um cacetão já era uma situação tremendamente tesuda, que dirá então dois ao mesmo tempo. “Sim,”, Fred disse, “vamos filmar uma transa a três, com dupla penetração. Algum problema?”. Cris estava nervosa demais pra responder, mas assinou o contrato fajuto que Fred lhe ofereceu. Então ele disse que iria ao quarto ver se tudo estava em ordem, e que aguardássemos na sala. “Você não disse que seriam dois atores ao mesmo tempo”, Cris disse baixinho quando Fred se retirou. “Ora, meu amor, você não é obrigada a fazer isso”. A abracei e pude sentir as batidas aceleradas do seu coração. Falei no seu ouvido: “Aposto que sua bucetinha já está molhada”. Ela sorriu, timidamente. “Nossa, nunca imaginei viver isso”, ela disse, ainda sorrindo, “a não ser em minhas fantasias”. Beijei seus lábios e disse que era uma fantasia que estava se concretizando, e que ela deveria aproveitar ao máximo. Foi nessa hora que Fred apareceu novamente, pedindo para que fossemos para o quarto. Entramos os três no quarto. O aposento, como já disse antes, imitava uma atmosfera de motel; havia uma estrutura para filmagem montada, com duas câmeras em tripés e a parte de iluminação pronta. Dois homens vestidos , um loiro e um moreno, nos aguardavam, um sentado na cama e outro em um sofá próximo. Deduzimos logo que eram os atores com quem Cris iria “contracenar”. De fato, Fred nos apresentou, conversamos um pouco e ambos elogiaram a beleza da minha mulher. Eram educados, e isso deve ter servido pra deixar Cris mais segura. Então Fred deu as últimas instruções e disse que poderiam começar, e tomou seu lugar junto a uma das câmeras. Por minha vez, fiquei próximo dele, não querendo perder um único detalhe. De tão excitado, estava prestes a botar meu pau pra fora e bater uma punheta ali mesmo. O loiro que estava na cama pediu que Cris sentasse ao seu lado. Ela obedeceu, respirando ofegante. Ele se aproximou e, com muita calma, iniciou uma carícia nos seus ombros, alisando de leve, e subindo até a nuca. Minha mulher não se mexia, apenas sentia a mão alisando seu corpo. Sua respiração estava tão ofegante que imaginei que sua bucetinha deveria estar pingando. O cara então encostou os lábios no pescoço dela, beijando de leve. Nessa hora ela fechou os olhos e gemeu. A outra mão do cara já acariciava suas coxas, subindo perigosamente cada vez mais. Ele beijava seu pescoço, agora, com sofreguidão, enquanto a outra mão já havia alcançado a bucetinha por baixo da calcinha. Cris se remexia lentamente, gemendo alto, de olhos fechados. Fred olhou pra mim, sorrindo e fazendo um sinal de positivo, mas eu estava tão fixado na cena que o ignorei. O loiro então parou o que fazia, e mandou que ela tirasse a sua, dele, roupa. Minha mulher prontamente começou a despir o sujeito, ansiosa. Quando ele só estava de cueca, ela parou, impressionada com o volume que surgia. Mas então cuidadosamente tirou essa última peça, revelando uma rola dura e imensa. Nessa hora ela virou pra mim e disse: “Nossa, não sei se vou agüentar tudo isso”. O cara apenas sorriu e puxou ela para um beijo caloroso. Então tirou seu vestido, deixando minha mulher somente de calcinha. Enquanto se beijavam, mão direita dela imediatamente agarrou a rola, fazendo suaves movimentos de vai-e-vem. “Aí está”, pensei, numa mistura de ciúme e tesão, “depois de anos de casamento, minha esposa querida segurando a rola de outro cara”. Havia ciúme, sim, mas o tesão e a vontade de ver muito mais era ainda maior. O loiro sugava seus seios com força, enquanto minha mulher punhetava sua pica com cada vez mais intensidade. Então ele tirou sua calcinha, e deitados na cama com os corpos invertidos, ele começou a lamber sua bucetinha molhada. Ela gemia, punhetando com tanta velocidade, que o cara teve que pedir que ela parasse senão gozaria. Então Fred mandou que ela o chupasse. Cris olhou timidamente para Fred, talvez se lembrando que aquilo era uma filmagem. O loiro sentou na cama e Cris ajoelhou-se no chão entre suas pernas. Meu coração quase parou; não acreditava que outra rola estava prestes a invadir a boca da minha esposinha. Aproximei-me pra ver melhor, assim como Fred, com sua câmera. O cacetão pulsava a poucos centímetros do rostinho bonito da minha mulher. Ela olhou durante alguns segundos, fascinada, e então começou a lamber lentamente a cabeça imensa e vermelha. O cara gemeu. Depois de lamber o cacetão até se fartar, Cris finalmente caiu de boca, abocanhando o máximo que pôde. Segurou a base com a mão direita, e começou a chupada, subindo e descendo a boca. A mão esquerda acariciava o saco. Fred se aproximou o máximo com a câmera, captando todas as nuances daquela mamada fantástica. Sempre achei Cris uma bela boqueteira, mas ainda assim me espantei com a sua volúpia. Mais uma vez, ela chupou com tanta vontade que o cara tirou o pau da sua boca para não gozar naquele momento. Então Fred pediu que ela ficasse de quatro na cama. Senti que poderia gozar a qualquer momento, pois isso significava que finalmente minha mulher seria possuída na minha frente. Ela fez como ordenado, se posicionando na cama, de quatro, com aquela linda bunda empinada. Fiquei fascinado com o fato da minha mulher estar tão exposta diante de três estranhos, e ainda assim não mostrar constrangimento. Pelo contrário, eu pensei, ela estava morrendo de tesão e louca para ter a bucetinha invadida por um cacetão. O loiro se posicionou atrás dela. Fred se aproximou por baixo, câmera em riste, para pegar o melhor ângulo. Então, vagarosamente, a rola foi entrando aos poucos na minha mulher, fazendo-a gemer alto. Quando sentiu tudo dentro, ela desabou sem forças, afundando o rosto na cama. Fred pediu que ela virasse o rosto para que as câmeras pudessem captar suas expressões, um misto de dor e prazer. Então o cara, segurando-a pela cintura, começou o vai-e-vem devagar. Tenho a impressão que logo nos primeiros movimentos Cris começou a gozar, pois gemia alto e rebolou bastante. O cara acelerou as estocadas, e minha esposa gritava como louca, gemendo bastante alto. O cacetão entrava e saía com força, fazendo minha mulher gozar pela segunda vez. Foi nessa hora que o outro sujeito, o moreno, tirou totalmente a roupa e se aproximou da cama, com o pau duro apontado para a boquinha da minha mulher. Cris, sabendo o que era esperado dela, abocanhou o outro pau. Essa visão foi suficiente para mim: minha esposa de quatro, levando na bucetinha enquanto chupa outro cacete. Tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar assistindo à cena. Quando o loiro acelerava as estocadas, Cris não conseguia chupar, e tirava o pau da boca gemendo bastante. Quando o cara desacelerava, ela voltava a mamar. Isso durou vários minutos, até que Fred pediu que mudassem a posição. Assim, o moreno deitou na cama, e Cris entendeu que deveria sentar em seu cacete. Desta forma, eu vi outra rola sendo engolida pela bucetinha, até então só minha, da minha mulher. Ela sentou no cacete duro, ficando praticamente empalada. O loiro ficou em pé na cama e direcionou a rola para a boquinha dela. Cris começou a mexer os quadris, enquanto o loiro segurava sua cabeça e verdadeiramente fodia sua boca. Depois de vários minutos, Fred pediu a dupla penetração. Cris não se opôs, apenas se acomodou melhor na rola do moreno, e deitou sobre seu corpo, de forma que o cuzinho ficasse totalmente exposto. Nessa hora perguntei baixo a Fred se ela conseguiria fazer aquilo, mas ele me tranqüilizou lembrando a experiência dos atores. O outro se aproximou por trás, e, com um pouco de força, empurrou a cabeça inchada no cuzinho da minha esposa. Ela gritou alto quando sentiu a invasão, mas pediu por mais. Com um pouco de força o cara conseguiu introduzir a metade do cacete na bundinha dela, e começou a fodê-la. Minha esposa, levando rola em cima e em baixo, conseguia apenas gemer e rebolar, acompanhando o movimentos dos caras. Percebi, pela sincronização, que eles deveriam estar acostumados com aquilo, e Fred me confirmou depois, era de praxe em todos os seus filmes. Ela deve ter gozado mais de três vezes, até que finalmente eles avisaram que iriam gozar. “No rosto dela, no rosto!”, lembrou Fred baixinho, por trás da câmera. Os dois se posicionaram de pé em frente dela, que, de joelhos, olhava exausta. Os dois punhetaram seus cacetões a poucos centímetros do rostinho da minha mulher, até que os grossos jatos de leite branco a acertaram, no cabelo, queixo, bochechas, testa, boca. Eu, que me masturbava há um certo tempo segurando ao máximo a hora de gozar, me aproximei e também descarreguei minha porra na carinha dela. Cris então deitou sem forças na cama, e vi minha mulher de uma forma totalmente estranha para mim: exausta e suada de tanto foder, a bucetinha e o cuzinho arrombados, esporrada por homens que ela mal conhecia. Enquanto ela descansava, Fred perguntou se eu tinha gostado da realização da minha fantasia e me parabenizou pela performance dela, que, segundo ele, era digna de uma estrela do pornô. Achei graça do comentário e agradeci a ele. Mais tarde, em casa, eu e Cris comentamos o ocorrido, e ela disse que havia gostado da experiência. Alguns dias depois recebi a fita daquela transa pelo correio, e aproveitei para confessar a ela toda a verdade. Ela, que disse que já desconfiava, me recriminou, dizendo que eu não precisava ter inventado toda aquela história, pois, se eu simplesmente contasse minha fantasia, ela teria concordado em realizá-la, mesmo porque era também uma fantasia dela. Depois disso assistimos ao filme, comentando cada cena, e depois tivemos uma noite de amor maravilhosa ... (http://br.groups.yahoo.com/group/adultasfantasias)

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pau anônimo

Nervosos como adolescentes, finalmente fomos à casa de swing. Primeira vez. Ingrid de saia, sem calcinha, e uma blusa que evidenciava seus lindos seios, durinhos antes mesmo de entrarmos. Fomos direto ao bar. Era uma quarta-feira, não estava lotado. Melhor assim. A idéia inicial era só olhar e ver o que acontece. Depois de alguns copos, fomos a uma sala grande onde acontecia de tudo. Uma mulher chupava dois paus. O homem atrás dela, massageando seus ombros, era provavelmente o marido, feliz da vida. Em outro canto, duas loiras se beijavam sob os olhares vidrados de dois senhores. No meio da sala, uma jovem ruiva, de pé, segurava um cacete e tentava alcançar outro, rindo sem parar. Um senhora sentava num rapaz, ágil como uma ninfeta. Ficamos alguns minutos olhando tudo, comentando, trocando beijos. Eu roçava meu pau na bundinha dela e, com a mão por baixo da saia, pude confirmar que ela já estava molhada. Entramos numa sala fechada e escura, cercada por uma espécie de grade de madeira pela qual qualquer um poderia nos ver na penumbra. Chupava a bucetinha da minha esposa e ela, sentada num grande banco acolchoado, ia me dizendo quantas pessoas estavam olhando pelas frestas. Num dado momento, contou sete pessoas. Era visível o tesão da minha putinha. Sempre adorou provocar e sabia o quanto era linda e gostosa. Ela se abria toda, gemia baixinho, jogava a cabeça pra trás.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha

 (Uma história de masturbação)
 Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?. Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum. Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido. Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade. Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.

Ele quis,eu fiz!

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Relaxa, ele sempre quis ser corno !!

by Virando Corno

Já estávamos casados há uns 10 anos, quando comecei a sentir uma vontade muito grande de assistir minha esposa transando com outro homem. No início, toda vez que eu pensava nessa possibilidade, me reprimia profundamente, mas também me sentia cada vez mais excitado em pensar nela chupando e gemendo na vara de outro macho. Como começamos a namorar ainda muito jovens, segundo ela mesma costumava afirmar, eu fui o único homem na vida dela. Aproveitando então este gancho, tentando explorar uma possível curiosidade dela em relação a outros homens, criei coragem e contei a ela que tinha a fantasia de vê-la transando com outro homem, e de preferência, bem-dotado, já que meu pau é modesto, 15,5x4 cm, e a boceta dela é bem avantajada. Quando ela percebeu que eu estava falando sério, começou a brigar comigo, dizendo que eu já não a amava mais, que queria dividi-la com outro e coisas do gênero, sem contar que ficou uns 15 dias sem conversar comigo. Diante da negativa tratei de arquitetar uma forma de convencê-la gradualmente, então comecei a pegar filmes pornô cujo enredo era de mènage masculino, e com atores sempre bem-dotados, depois dei a ela um vibrador daqueles com saco e tudo de 21x6 cm. No início ela não quis nem saber do vibro, mas com muito papo e jeitinho, ela concordou em experimentar... na primeira vez acho que foi um pouco dolorido, pois o vibro é bem grosso, mas com o tempo ela foi se acostumando e .... gostando!

Traído pelo melhor Amigo

by Corno Tranquilo

Isso me aconteceu a umas 2 semanas e até agora não sei o que fazer, sempre pensei que isso acontecesse comigo, eu agiria de forma até violenta, mas quando aconteceu, fiquei sem ação, e estou assim até hoje. Mas vou contar o que ocorreu. Tenho 35 anos e sou casado com uma linda mulher de 28 anos, que além de ser muito bonita de rosto, tem um corpo que chama a atenção de todos pela beleza de suas formas. Digamos que ela se chame Flávia. Tudo ia muito bem em nossa vida, até aquela tarde. Eu havia saído após o almoço, retornando ao trabalho. No caminho o pneu do carro furou e verifiquei que o estepe também estava murcho. Liguei para o trabalho e resolvi voltar para casa de ônibus pois não estava muito longe de casa. Ao chegar vi estacionado na porta de minha casa o carro de meu melhor amigo, Paulo, amigo de muitas farras desde nossa adolescência. Apesar de saber que ele tinha conhecimento que à essa hora eu estava no trabalho, não pensei em nada demais, e até lembrei que ele poderia me ajudar com meu carro. Abri a porta despreocupadamente e ao entrar ouvi vozes vindas da sala de estar. Fui chegando naturalmente e já ia me anunciar quando vi que Paulo tinha uma das mãos de Flávia entre as suas. Achei que não deveria surpreendê-los daquela forma , pois seria constrangedor. Aguardei um instante e então percebi que ele estava tentando seduzí-la. Estranhamente, em vez de entrar na sala e expulsá-lo de minha casa, até usando de violência, fiquei paralizado e sem ação. E me escondi atrás de umas cortinas que haviam na entrada da sala. Eu não entendia minha reação.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vi minha mulher como uma verdadeira atriz pornô

por Marido Ousado

Este fato que relatarei ocorreu finalmente após anos e anos de fantasia. Acho que de tanto assistir a filmes adultos no canal Sexy Hot, foi surgindo um fetiche, uma fantasia que muitos possuem, mas não admitem, dada a sociedade na qual vivemos.

O tal fetiche é o seguinte: transando com minha mulher, vinha imaginando ela dando pra um outro cara mais bem dotado do que eu. Olha que eu tenho 19,5 centímetros de pau, que já não é pouco.

A fantasia foi nos levando para salas de bate-papo. E numa delas, conversei com um cara que tinha um membro de 23 centímetros. Quando chamei-o, mesmo on line, para uma conversa mais apimentada, minha gata até se assustou, mas no fim gostou e ficou com muito tesão e entrou no clima da conversa, dizendo-se ali, vendo aquela foto, que gostaria de ter aquela pica toda enterrada na sua bucetinha.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Menáge com minha esposa

by Silvio

Nos apresentando, nos chamamos Silvio e Karina. Temos 37 e 36 anos, respectivamente. Somos profissionais liberais e estáveis financeiramente. Bem apessoados, praticamos esportes com regularidade.

Sempre tive a fantasia de transarmos a três e, em nossas transas, sempre comentávamos a respeito dessa possibilidade. Ela também se excita com isso, mas nunca havíamos chegados às vias de fato, nem coragem para isso tínhamos...

Como de praxe, todas às sextas-feiras saímos para tomar uma cerveja com amigos e ficávamos bem alterados. Ela devia estar no período da ovulação nesse dia, pois me provocava...

Ser corneado me deixou tarado

by Casal Interior SP

Meu nome é Pedro e o da minha esposa Fernanda (nomes fictícios). Hoje, tenho 33 anos e ela 30. Somos casados há quase cinco anos. Somos pessoas esteticamente convencionais, nada de corpo sarado ou essas baboseiras...Porém, um detalhe na minha esposa que sempre me chamou a atenção são seus seios - lindos e fartos - e seu torneado bumbum...

Há algum tempo, venho tentando insistir com minha esposa sobre termos um casamento aberto e podermos sair com outras pessoas, caso tenhamos vontade.

Bom, nós somos de uma cidade no interior de São Paulo e, todo mês, tenho que viajar uma semana a trabalho. No mês de agosto deste ano, fui até Goiás, de onde voltaria apenas no fim de semana.

Noite de amor com o maridão

by Carioquinha Boqueteira

Bom, para quem não leu nenhum de meus contos, segue minha descrição: sou ruiva, peitos médios e bunda grande, cintura fina e olhos verdes.

Hoje, tenho 31 anos. Tenho o hábito de escrever minhas histórias eróticas desde os meus 19 anos, e agora, estou nos meus 23 aninhos.
Morava em São Paulo com meu ex-marido Paulo, um empresário de sucesso, branco, alto de olhos azuis e cabelos pretos. Meu consultório de Psicologia já atendia mais pacientes do que eu esperava. Realmente, o negócio estava dando muito certo. Todos os dias, atendia uma média de sete pessoas, e isso me deixava exausta.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Meu irmão na nossa vida de casado (Continuação)

by Rapha386


Sexta feira lá estava eu tranqüilo, de folga deitado no sofá quando Cinthia chegou em casa acompanhada de sua irmã Raquel e uma amiga dela. Levou as meninas pro quarto que meu irmão usava. Voltou logo em seguida dizendo que trouxe elas pra provarem algumas lingeries e me arrastou pro quartinho de sapatos. Me pediu pra ajoelhar e assistir. Me abaixei e coloquei olho no furo da parede. Neste momento Raquel vestia uma calcinha. Pude ver suas coxas e sua bunda. Pude ver seus seios maravilhosos. Cinthia começou a passar a mão em meu pau por cima do calção e começou a sussurrar todo tipo de coisa, me pedindo para me imaginar fudendo sua irmã. Meu pau ficou arrebentando de duro. De repente a menina que acompanhava a irmã de minha mulher começou a tirar a roupa no quarto. Ela é do tipo cheinha, com seios grandes, uma bunda grande e perfeita.Pele branca e parece, nunca levou sol na vida. Seus cabelos são encaracolados e louros avermelhados e havia muitas sardas em seu rosto. A julgar pela cor de seus pentelhos e os pelos em seu cú, percebi que era do tipo loura/ruiva original. Uma menina muito gostosa. A essa altura já tinha tirado meu pau pra fora do calção e minha mulher dizia todo tipo de bobagem em meu ouvido e por mais que ela falasse somente na Raquel, foi na menina ruiva gordinha que fixei meus olhos na hora de gozar. Minha porra se espirrou pela parede encharcando a mão de Chintia que não parou de me masturbar até que sentisse que não havia mais nada a se extrair do meu pau. Cinthia me perguntou se eu tinha gostado de ser punhetado enquanto contemplava sua irmã nua experimentando calcinhas? Não menti pra ela e confessei que o tesão na hora bateu mais forte pela amiga da irmã. Então minha esposa me contou que aquela ruiva se chamava Juliana e era a empregada da casa de sua mãe. Resolvi nesse mesmo dia fazer um churrasco. Meu irmão Mario chegou a tarde feliz por ter feito boas vendas e o clima ficou legal. Pedi pra Cinthia que se vestisse de forma provocativa, mas não interferi nas roupas. Eram umas 8 horas da noite e eu e Mario estávamos lá na churrasqueira bebendo e conversando quando Cinthia chegou. Vestia um short de lycra branco apertadíssimo, camiseta e chinelos. Bebemos e nos divertimos. Durante toda a noite, Mario olhou pra Cinthia

Meu irmão na nossa vida de casado

by Rapha386


Essa minha história é verídica porém não tenho o compromisso de faze-los acreditar. Umas das vantagens dos sites de contos é que há tanta invenção e fantasias que as histórias verdadeiras acabam se misturando.
Meu nome é Raphael. Tenho 36 anos e sou analista de sistemas. Minha esposa é Cinthia, 32 anos, vendedora da Avon, trabalha em casa com venda de lingeries e todo tipo de produtos para mulheres. Tenho um irmão, na verdade um meio irmão, filho da minha mãe com o primeiro marido. Mario tem 44 anos. Crescemos juntos, e até a pouco tempo atrás, éramos sócios numa empresa de consultoria. Sou padrinho do seu casamento e ele do meu. Meu casamento com Cinthia, pode se dizer era ótimo. Cinthia é uma gata, no auge aos 32 anos, loura, pela clara, uma bunda indiscutivelmente fantástica e seios pequenos como de uma ninfeta. Cinthia parece-me, teve apenas um namorado antes de mim, responsável pelo fim de sua virgindade. Aí o segundo fui eu e nos casamos. Isso foi há 12 anos. Vida normal. Meu irmão Mario, sempre foi um beberrão e mulherengo e constantemente vivia brigando com sua esposa devido as noitadas fora de casa, até que a paciência de sua dela acabou . Mario saiu de casa e decidiu ir embora da cidade. Representante comercial, Mario vendia medicamentos para os laboratórios. Meu irmão encontrou um apartamento mas antes precisava acertar e resolver alguns problemas relativos a documentação e pensão pra sua esposa. Hospedei-o em minha casa nesse ultimo mês em que ficaria em nossa cidade. Foi a í que nossa vida mudou. Mario vivia triste e desconsolado pela separação. Uma noite chegou muito bêbado em nossa casa e caiu no banheiro. Ouvi o barulho. Peguei a chave reserva que tinha e abri. Mario estava sentado no chão, meio desmaiado. Tentei levantá-lo mas, não consegui. Meu irmão é baixo mas, é atarracado.Pernas muito grossas e peludo. Cabelos encaracolados já grisalhos pela idade. Mas o que me chamou a atenção foi o tamanho do pau do meu irmão! Grosso como nunca vi . O pau dele estava arregassado. A cabeça parecia uma maçã pequena. O pau dele estava mole mas a grossura é assustadora. Curto e grosso literalmente. Não sei porque tomei esta decisão mas resolvi chamar minha esposa Cinthia para me ajudar a levantar meu irmão.Eu poderia ter ficado ali e esperado que meu irmão se recuperasse mas no fundo mesmo acho que eu quis que Cinthia visse aquilo. Cinthia entrou e riu com a situação. Pude notar a primeira vez que minha esposa olhou pro pau do meu irmão. Sua fisionomia mudou. Mario é muito pesado e tivemos dificuldades para levá-lo pro quarto. Quando o levantamos, Mario ajudou caminhando. Colocamos ele na cama e o deixamos lá dormindo. Em nosso quarto, conversamos sobre o ocorrido e confesso que não fiquei nada surpreso quando Cinthia quis transar O que me surpreendeu mesmo foi o jeito que ela transou comigo. Parecia

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Minha esposinha sendo garota de programa

by Andarilho

Olá, meu nome é Sergio e com minha esposa Sofia já relatamos alguns casos que tivemos porém, há algum tempo não repartíamos com os amigos, alguma nova aventura nossa. Para nosso deleite (e esperamos de nossos amigos) vou contar pra vocês mais uma das loucuras cometidas pela minha gostosinha quando, por motivos profissionais, tive que viajar para São Paulo. Apesar de a minha viagem ter sido programada para dois dias acabei tendo que passar a semana inteira na capital paulista o que, não foi do agrado de minha tesudinha que disse estar louca por pica.
- Não estou agüentando mais de tesão amor. – falou Sofia super dengosa no nosso papo na webcam – Não agüento mais ficar me masturbando pensando em você. Olhe como minha bucetinha está carente...
E começou a fazer um super show sensual. Começou a fazer um striper super gostoso e acabou enfiando a buceta linda bem perto da webcam e começou a se masturbar. Aquilo me deixou louco e acabamos fazendo um gostoso sexo virtual, onde acabei tocando uma gostosa punheta enquanto ela se saciava com um consolo que havia comprado, acabando numa gostosa gozada entre gemidos e gritinhos.
Foi aí que tive uma idéia de fazer aquele final de semana ser inesquecível. Tinha feito algumas amizades aqui no hotel e tinha um, o Leandro, casado também, que estava doido para dar uma pulada de cerca. Estava fazendo parte de um congresso de educação e iria ficar também o final de semana e, em nossos papos no bar do hotel, acabou falando que estava doido para contratar uma acompanhante e que, já tinha visto um book no hall do hotel. Perguntei a Sofia se não queria vir para São Paulo ser nossa “acompanhante” de final de semana, que falaria ao Leandro que também teria que ficar na capital e que poderíamos ver alguém para uma festinha particular (claro que a festa seria para a Sofia). De cara ela se interessou mas queria conhecer o Leandro para ver se era de seu agrado (ela só transa com quem realmente ela vai com a cara). Bolei um plano para uma exibição na webcam onde falaria para ele vir ver a garota que poderíamos pegar o final de semana todo. Ela concordou com excitação e falei para ela deixar o computador ligado, pois iria ligar para o apartamento do Leandro e pedir para ele dar uma passada aqui, para esta exibição particular. Liguei pro Leandro e ele gostou da idéia ainda mas, pois poderíamos repartir os custos de uma boa sacanagem no final de semana. Ele veio ao meu apartamento e disse que já tinha separado algumas garotas mas que, a Amanda (nome falso que combinamos), tinha uma conversa super legal mas, que tinha marcado de poder ver ela antes pela webcam para conferir se realmente era tudo aquilo que havia me dito (e fiz uma descrição dos atributos de minha fêmea), para deleite de meu amigo. No horário combinado, começamos um papo super sacana e, quando minha esposinha ligou a câmera, senti que nosso amigo ficou louco pela minha esposinha que, foi “super profissional” fazendo um leve Streep só ficando de peças íntimas o que deixou meu amigo super excitado e louco para comê-la, pois quando ia tirar o resto, desligou a can e falou que só mostrava o resto ao vivo e em cores e pelo preço combinado (uma boa grana que se diga de passagem) e, como não iria receber de volta a minha parte, tudo bem. O Leandro queria que ela viesse agora mas à safadinha falou que hoje iria atender outro cliente agendado mas que amanhã e em todo o final de semana, seria só nossa e que não iríamos nos arrepender. O Leandro falou que iria arregaçar aquela puta e que, ela iria valer cada centavo que iríamos gastar.

sábado, 20 de março de 2010

Confissões de Minha Esposa

Por Klaus


Depois de ler muitos relatos de homens que curtem que as esposas contem pra eles de suas aventuras com outros namorados, resolvi experimentar.

Tenho 48 anos e sou casado há mais de 15 anos com a Marina. Ela é uma mulher extremamente atraente, tem 35 anos, loira, um corpo muito bonito e é muito fogosa.

Ontem à noite, depois de chupar deliciosamente a bucetinha dela, e ela me chupar bem gostoso, deixei ela vir por cima, que é o jeito que ela mais gosta de gozar e quando ela se sentou em mim , com meu pau todo encaixado na bucetinha dela perguntei :

- Vc transava assim com seus namorados tbem querida?

- Não amor, só com vc.- ela respondeu ofegante.

- E quem foi o ultimo que brincou nessa sua bucetinha?

- Ah amor!! Vamos falar de outra coisa.

Exibindo a Esposa

Por Carioca

Tenho 40 anos, e sou muito bem casado.Gosto de fotografar minha esposa nua.Isso acabou me levando a fazer outras coisas com ela.

Tenho tesão em exibi-la. Quando era adolescente, gostava de me exibir para amigas, vizinhas, etc.

E por conta disso, acabei freqüentando uma praia de nudismo. Quando começamos a namorar, acabei levando-a a freqüentar essa praia tb. Me excitava que os outros a desejassem e a vissem nuazinha. Tiramos algumas fotos lá, outras em um motel, e umas em minha casa. Ela sabe que eu gosto de mostrá-la, mas não dá muita força..

Acabou que um amigo meu, tb casado, soube que tiramos essas fotos e insistiu para vê-las.

sábado, 6 de março de 2010

Infidelidade consentida

by Pafer

Gil vai pé ante pé até a porta de sua suite e espreita através da porta semi-aberta sua esposinha Gisele deitada de costas apertando ambos os mamilos dos enormes seios com seus dedos, tendo entre suas pernas a cabeça sarará avermelhada de Ruddi.

-Mais!! Maaaiiisssszzz..meu tezão!! Enfia ....essa língua...mais...fuuundo!! Chuuuupa, chuuupa!! Vou...vvoou..vou gozaaaar...Aahh!!

Ruddi, um negro de quase 1,90 m, carapinha avermelhada natural e lânguidos olhos verdes tinha enfeitiçado a esposa de Gil, logo após o jantar a três. Por sua vez Ruddi ficara maravilhado com atenção daquela belíssima mulher de expressivos olhos azuis, pele claríssima, cabelos negros e corpo de negra! Que bunda, que firmeza!! Ao subirem no elevador, Gil que parecia estar bêbado, apoiava-se no painel de costas para ele e Gisele. Ela aproximou-se de Ruddi até suas nádegas encostarem-se na virilha dele enquanto falava pro maridinho.

-Estamos chegando benzinho...assim que chegarmos...vou lhe fazer um café.

-Não...essxxxtá tu´bém!! Não devemos...dei-deixaar nosso...convidado...sozinho!

sábado, 31 de outubro de 2009

O safado fodeu minha esposa

Por "Parca"



Um casal de amigos nossos havia, recentemente, comprado um sítio, ali na região de Atibaia e nos convidou para passarmos o primeiro final de semana com eles. Mais dois casais de amigos também foram convidados.
Chegamos lá no sábado pela manhã e além de nossos anfitriões um dos casais de amigos lá já se encontravam. Além deles estava também outro cara, era um amigo de Lucas. Seu nome era Clemente. Era um homem de traços nordestinos, parcialmente calvo, e alguns cabelos brancos, deveria ter cerca de cinqüenta e poucos anos. Assim que a ele fomos apresentados já foi comendo minha esposa com os olhos. Olhava fixamente para as pernas e para os seios dela. Tamanha era sua ousadia que assim agia na presença de todos. Era um sujeito bem atrevido.
Lucas nos levou a um dos quartos da casa onde nos instalamos, onde minha esposa trocou as crianças para que, juntamente com as demais fossem para piscina e tão logo saíram do quarto passamos a vestir algo mais confortável. Sozinhos no quarto, fiz um breve comentário com ela sobre a atitude de Clementino e, de imediato, ela me disse tê-lo achado um homem asqueroso, porco, ressaltando que nunca teria coragem de dar para um homem desse tipo. Realmente, Clemente aparentava ser uma pessoa sem qualquer vaidade.

O padre safado, a esposa puta e o marido trouxa

Por "O Poeta"

Jonas era um homem de sucesso. Estava bem na profissão, tinha uma família linda que o amava e, além de tudo, era muito católico. Sempre agradeceu a Deus por tudo o que conquistou. Ia na missa regularmente c/ sua família, Tânia
sua esposa, era uma mulher linda; morena, cabelos longos escorridos e um corpo escultural, tinha 25 anos. Casou-se c/ Jonas após engravidar de Angélica, sua filhinha de 10 anos.
Jonas tinha 35 anos, e como já disse, tudo em sua vida ia muito bem. Tânia tbm pensava assim, apesar de ficar chateada que algumas vezes o marido não lhe dava a tenção devida quando o assunto era sexo. Tânia era muito fogosa, mas Jonas tinha algumas restrições quanto a fantasias, pois era muito religioso e correto.
Bem, como havia comentado iam na missa regularmente. Certo dia, avisaram que o padre da paróquia seria substituido naquela semana. Todos ficaram curiosos p/ conhecer o novo representante de Deus. Sábado à tarde apareceu um senhor de aproximadamente 60 anos, alto e muito bem conservado com mais dois jovens seminaristas. Apresentaram-se rapidamente p/ o pessoal que os cercaram na praça da pequena cidade e já anunciaram que domingo haveria missa normalmente.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Minha mulher deu para o funcionário do drive-in

Por Jerônimo





Era uma quinta-feira, final de novembro último e já passava das 22h, voltávamos eu e minha esposa para casa após termos visitado uns amigos.
Ela estava uma delícia, usava um vestido preto, dois dedos acima dos joelhos, ao sentar-se deixava à mostra seu belo par de coxas, calçava uma sandália aberta, deixando à vista aqueles lindos pés de unhas bem feitas, pintadas estilo francesinha, uma loura de pele clara e, apesar de mãe de dois filhos e trinta e sete anos de idade, ainda mostrava-se objeto de desejo de qualquer homem.
Em meio ao caminho de volta meu tesão por ela ia aumentando cada vez mais, mesmo porque desde o momento em que estávamos na casa daqueles amigos eu já estava desejando possuí-la, estava muito sensual naquela noite.
Trafegávamos em uma avenida de São Paulo quando, do outro lado avistei um drive-in e, de sacanagem, convidei ela para pararmos lá, alegando que o meu tesão era tanto que talvez não aguentasse até chegarmos em casa. Para minha surpresa, em razão do seu conservadorismo, ela topou e, assim, não perdi tempo, dei meia volta e o mais rápido que pude entrei naquele drive-in....

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