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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A Canícula

Foi mais ou menos assim que as coisas aconteceram... Era o ano de 2007. Há aproximadamente dois anos havia saído de casa para morar sozinho, cortar o cordão umbilical, ter uma vida própria e poder ser realmente independente. Aluguei um singelo apartamento na zona sul da cidade, um pouco apertado, mas bonito, com moveis estilosos e uma sacada que a noite dava vista as bonitas luzes da metrópole. No começo achei o máximo ficar sozinho, levava mulheres de todo o tipo, acordava a hora que quisesse no domingo e ainda poderia receber os amigos em meu próprio espaço. Mas com o tempo logo percebi que esse tipo de vida acabava acarretando algumas obrigações domésticas que eu odiava fazer. Comecei a passar boa parte do meu tempo livre lavando roupas e arrumando a casa. Cheguei a contratar uma diarista algumas vezes, entretanto a má índole da pequena em furtar alguns pequenos objetos me fez recuar a esses tipos de contratação. Já não sabia o que fazer e quando o desespero começou a tomar conta de mim resolvi recorrer a minha última alternativa: minha irmãzinha Erika. Erika é minha irmã mais nova, três anos de diferença para ser mais exato. Em 2007 tinha acabado de completar seus 18 anos e encontrava-se, como costumava dizer, em seu auge. E de fato estava muito bela, com grandes seios e um gordo bumbum despertava o interesse de muitos de meus amigos. usava cabelos bem curtos que em conjunto com seu lindo rostinho acabava lhe rendendo as formas de uma menina-mulher. Desde pequenos nós sempre fomos muito próximos. Lembro que quando crianças corriqueiramente cumprimentávamos com selinhos; ela brincava dizendo que quando crescesse seria minha namorada. Aprontamos muitas situações divertidas quando mais novos, porém o tempo é cruel e assim que comecei a ter meu primeiro relacionamento sério nossa convivência se modificou. Deixamos de ser aqueles inseparáveis parceiros... Erika não recusou meu pedido e no mesmo dia veio a meu apartamento cuidar de minhas obrigações domesticas: lavou todas as roupas, arrumou a casa e ainda preparou um delicioso jantar.

A madrugada em que minha irmã e eu espiamos nossos pais

Aconteceu em uma madrugada de sábado. -Corre marcos, eles estão fazendo agora. – Murmurou Michele ao entrar em meu quarto, e sem demoras a segui por entre os escuros corredores da casa. Não dava para acreditar no que minha irmã me mostrara. Observando por entre as finas frestas da porta entre aberta do quarto de nossos pais, Michele e eu espiávamos escondido, o que até então eu duvidava: mamãe e papai fudendo alucinadamente; ela pulava e rebolava em seu cacete, mexia os seios e soltava gemidos que de onde estávamos conseguíamos ouvir. -Eu não te falei que dava pra ver?! – falou minha irmã antes de voltar sua atenção ao casal erótico que transava dentro do aposento. Era estranho presenciar aquilo, até porque mesmo sabendo que eles transavam ver com os próprios olhos me parecia mais uma inversão de realidades do que qualquer coisa, e o pior de tudo era o misto de estranheza que invadia meu corpo; um misto de nojo e excitação que me hipnotizou naquele momento e não me fez perceber minha ereção encostar na bunda de minha irmã, que estava em minha frente. -Ei tarado, pode virar essa pica pra lá. -Desculpa, não tive a intenção. Pelo menos rolaram mais uns dez minutos de sexo antes de papai começar a se contorcer e notarmos que ele havia gozado. -Eles podem querer usar o banheiro, vamos embora. E meio que dando pequenos gargalhadas Mia me puxou pelo braço nos guiando de volta a meu quarto. -Caralho!!! Como tu ficou sabendo disso? Tu fica espiando eles sempre? -Claro que não, só que um dia me acordei de madrugada com muita cede e acabei escutando eles fudendo. – explicou minha irmã enquanto amarrava os cabelos curtos. – E além do que, espiar o que os outros nunca vão te mostrar é uma arte. Michele, ou simplesmente Mia era assim; direta e tão sincera que chegava a assustar, ela é minha irmã mais nova, mas às vezes falava tanta coisa sobre sexo que parecia já ter vivido muitos anos a mais que eu. A garota era sapeca em relação ao assunto e quase tudo parecia ser ambíguo para ela, e devo confessar aqui que isso acabava reforçando meu imaginário, digo reforçando porque antes mesmo de ser safadinha sua aparência já colaborava para eu ter uma singela fantasia erótica com ela, pois Mia era uma verdadeira ninfeta bem magrinha e cheia de curvas, com seios pequenos e uma adiposa bundinha que me fazia pirar quando a rebolava. -Nossa tu ficou de pau duro naquela hora e ainda encostou na minha bunda. Tu não dispensa nem tua irmã. – não respondi nada, fiquei calado e envergonhado demais para tentar me explicar. – Lembra quando te peguei batendo punheta lá na casa da titia? -Vai dormir, já são quase duas da manhã. – Ordenei. -Espiar é uma arte maninho. Mia então rodou pelo quarto, chegou até a porta e voltou falando baixinho algo que só poderia sair da boca dela. -Se tu deixar eu te ver batendo punheta deixo tu ver qualquer parte de meu corpo.

Brigando com minha irmã, acabou acontecendo...

-Sai daqui seu filho da puta. O sapato voou pelo quarto me atingindo na cabeça. Juntei-o do chão e por pura vingança arremessei de volta, mas diferente de Clara eu não tinha uma boa pontaria. Errei. -OLHA VOCES DOIS... PODEM PARAR COM ISSO, SE EU ME ABORRECER VOU QUEBRAR A CARA DOS DOIS. – Mamãe entrou no quarto vociferando ameaças para nós. Mesmo nos clímax das pancadarias sabíamos que deveríamos parar quando mamãe se envolvia, ou seria muito pior. Clara tentou dissertar uma desculpa a seu favor. Mamãe disse que não queria saber e saiu do quarto, Clara a acompanhou tentando mais uma vez me queimar. Era a segunda vez só aquela semana, nem eu estava agüentando mais. Minha irmã mais velha era insuportável. Dificilmente passávamos uma semana sem nos espancar. Com aquela reforma em seu quarto acabei tendo que dividir o meu; o que não era nada fácil, aquela menina queria tudo a seu modo e acabava esquecendo quem era o proprietário do aposento. Mas entre socos e pontapés uma coisa eu nunca neguei; a beleza de Clara, ela era (e ainda é) uma caucasiana muito gata: dona de um belíssimo corpo; Tem uma Apetitosa grande bunda, que sempre me deixou sem graça; Os seios são médios e proporcionais para seu tamanho, uma perfeita obra da natureza eu diria; Já seu rostinho de princesa esconde a forte personalidade que carrega. Minha irmã é gostosa, admito. Mas isso nunca me fez desejá-la, ou bater punhetas pensando nela... Bem talvez uma ou duas vezes, mas nada além disso. A maior parte do tempo estávamos nos socando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela que não fosse seu belo corpo. Mas foi aquele mesmo dia em que as coisas começariam a mudar, e por incrível que pareça, foi por culpa dela. Eu estava em meu quarto, quando mamãe chegou me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Clara também era. Mas não teve conversar, minha genitora era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo. Mamãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado às coisas. Já Clara, hora ou outra aparecia na porta e ficava a me observar e dizer frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou. Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver o do que se trava e tive minha surpresa; enrolava um maço de dinheiros, contabilizando era o valor da mensalidade da faculdade de Clara.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Irmão meu

Eu sou a segunda filha de uma familia de quatro irmãos. Minha primeira irmã se casou com um funcuinario público de carreira e se afastou definitivamente de nós. Manda mensgens no natal e na páscoa. E é só. Meu irmão do meio é militar, e nós raramente nos encontramos, apenas sabemos onde ele está, a cada ano. Recebemos os cartões postais geralmente sem mensagens escritas no verso. Eu cresci junto com meu irmão caçula, o Joel. Ele é um ano mais jovem do que eu. Eu sempre achei que ele seria meu eterno proegido. Mas o tempo se encarrega de mudar nossas convicções. A vida não obedece regras pré deterinadas. Os sentimenos não são administrados como valores. O caminho da felicidade não pode de nenhuma forma ser escrito em um roteiro conveniente. Ele é tortuoso, é senhor, é sem duvida nehuma absoluto. Decide sozinho, e nós em nossa impotência diante do que nos é imposto, gozamos, sofremos, choramos e amaldiçoamos o destino, mas ao mesmo tempo, perseguimos nosso ideal de felicidade, baseado no sentimento mais puro que o ser humano até hoje pode ter que é o altruísmo. Ao sentirmos que na nossa vida podemos fazer alguém mais feliz do que nós na realidade somos, nós sentimos que, com isso nos tornamos pessoas melhores. Principalmente se a pessoa a quem nós proporcionamos tal felicidade é sem duvida alguém, que merece tudo que nós estamos lhe dando, e muito mais. Assim era, sempre foi e sempre será com o meu irmão Joel. Eu sempre o amei com tudo que uma irmã pode amar um garotinho indefeso. Garotinho indefeso? Nós dois brincávamos muito, ríamos de tudo, brigávamos às vezes e no fim de cada dia fazíamos sempre as pazes. Ele cresceu muito e rápido. Ele era simplesmente vinte e cinco centimetros mais alto do que eu. Um gigante com maturidade de menino. Ele sempre me adorou. Nunca admiti nem para mim mesma, mas saber que aquele homem de quase dois metros de altura, tinha uma verdadeira adoração por mim, era excitante. Eu gostava de explorar isso, embora ele fosse meu irmão.

sábado, 5 de maio de 2012

Eu e minha irmã sozinhos em casa

Bem, meu nome é Breno e tenho 20 anos. O que vou narrar realmente aconteceu há poucos dias. Tenho uma irmã que se chama Bruna. Ela tem 16 anos, morena, uma das meninas mais bonitas da cidade. Alguns dizem que ela parece muito com a Tiazinha do H. Meus pais são separados e moramos com minha mãe, que é advogada e está sempre viajando. Eu e minha irmã sempre fomos muito amigos, sempre conversamos muito, e sempre nos confidenciamos nossos segredos. Nunca tive qualquer fantasia com minha irmã, embora ela seja muitíssimo gostosa. Mas o que aconteceu conosco foi excepcional, e sinceramente me surpreendeu. Minha mãe havia viajado e ficaria uma semana fora. Era o segundo dia em que estávamos sozinhos em casa, e a tarde, quando eu estava voltando da rua pra casa, resolvi passar na locadora de vídeos e pegar alguns filmes pra assistir. Aluguei alguns filmes, uns de comédia, outros de suspense, e aproveitei pra pegar um filminho pornô. Chegando em casa, percebi que minha irmã tinha saído, e que eu estava sozinho. Tomei meu banho e fui direto para a sala. Resolvi aproveitar pra assistir o filme pornô. O filme era ótimo; me sentei no sofá da sala e comecei a tocar uma gostosa punheta. Eu estava só de cueca, e a afastei para o lado, enquanto alisava meu pau duríssimo, vendo uma linda garota transando com dois rapazes ao mesmo tempo. De repente ouvi minha irmã tocando a campainha. Fiquei todo desconcertado, e como ele insistia na campainha, apenas botei a tv em qualquer canal e corri pra abrir a porta para ela. Ela entrou toda sorridente com uma caixa de latinhas de cerveja que havia comprado pra gente beber e foi direto colocá-las na geladeira. Continuei sentado no sofá, agora com uma almofada no colo para encobrir minha ereção, enquanto conversávamos. Então ela veio para a sala e vendo as caixinhas dos filmes sobre a estante foi verificar de que se tratavam. Que legal!!! Disse ela. Você pegou filmes pra gente ver!!! E conferindo um a um chegou no pornô que eu estava vendo. Ao perceber que a caixa estava vazia, ela olhou para o DVD e viu que ele estava ligado. Sorrindo, ela brincou comigo: -Ah, safadinho! Estava vendo filme pornô!!! Eu fiquei totalmente sem graça e desconversei, falando dos outros filmes que havia pegado. Ela então disse que tomaria um banho e se trancou no banheiro. Eu rapidamente peguei o filme e o guardei. Alguns minutos depois, ela saiu do banheiro vestindo um camisetão e, buscando duas latinhas de cerveja na cozinha, voltou para a sala. Toma uma cerveja comigo. Vamos assistir um filme. Disse ela.

Anal com minha irmã

Estava em casa uma noite vendo um vídeo com minha irmã, estavamos no meu quarto e quando o filme acabou pedi para ela sair. Ela pediu para nós olharmos o outro filme que eu havia locado, eu falei que não porque era um fime pornô. Ela falou que queria ver também porque nunca tinha visto um. Falei que não era uma boa idéia mas ela insistiu dizendo que não diria a ninguém. De tanto ela insistir concordei. Falei para ela fechar a porta do quarto porque meus pais estavam em casa dormindo. Ela tem quatorze anos, e é um tesão, peitinhos pequenos e uma bundinha perfeita. Bom, coloquei o filme e ela ficou deitada ao meu lado na cama. Nós estavamos excitados e derepende ela se virou para mim e pediu para ver meu pau. Baixei meu calção e ela ficou hipnotizada com meu pau, perguntei se ela queria tocar. Ela pegou e começou a bater uma punheta meio sem jeito, olhou pra tv e viu um cara sendo chupado virou pra mim e colocou a boquinha em meu pau e começou a chupa-lo. Ela olhava para a tela e tentava imitar, lambendo, beijando , tentava colocar tudo na boca. Eu estava quase gosando e perguntei se podia gozar na boca dela e ela falou que sim, ela chegou a se engasgar quando enchi a boquinha dela de porra. Ela engoliu tudo e quando perguntei se ela havia gostado ela falou que muito.Deixei ela peladinha e começei a chupa-la, delirei quando coloquei a boca naquela bucetinha lisinha e com poucos pelos nunca antes explorada. Ela gemia e falava coisas desconhexas e não demorou muito para gozar na minha boca. Mandei que ficasse de quatro e começei a lamber o seu cuzinho rosado, molhei meu dedo em sua bucetinha e enfiei no buraquinho dela, ela se contorcia de tesão. Via meu dedo sumir lentamente naquela bundinha perfeita. Começei um vai e vem e logo que ela se acostumou coloquei outro, ela pediu para parar porque estava doendo, falei para ela relaxar que logo ela se acostumaria, ela virou pra mim e falou: - Ai mano por favor, me come, mas só o cuzinho tá, ainda não quero perder a virgindade.

Assistindo filme pornô com irmã caçula

Me chamo Sérgio, e vou contar a vocês algo diferente que aconteceu comigo e minha irmã a mais ou menos um mês atrás. Eu, minha mãe e minhas duas irmãs moramos em um pequeno apartamento em um bairro de classe média aqui em Goiânia. Minha mãe é divorciada e trabalha o dia inteiro, só chega em casa mais à noite, e às vezes, quando passa na casa de minha tia, costuma demorar mais e chega por volta das onze horas ou até mais. Por causa disso fico praticamente sozinho em casa com minha irmã mais nova, estudando e assistindo filmes. Minha irmã mais velha também trabalha, tem 23 anos, fica o dia inteiro na rua e só chega em casa sete horas, e com um baita mal-humor. Ela é um saco por isso. Muito bem, passo a maior parte do tempo com Gisele, minha irmã mais nova. Mas nem sempre é assim que acontece, pois ela faz uma série de coisas à tarde, tipo natação, inglês e aulas particular de Física e Matemática. Definitivamente ela é péssima nessas matérias, brinco muito com ela por causa de notas horríveis. Meu relacionamento com ela é legal, mas não conversamos muito quando estamos sozinhos. Fico a maior parte do tempo trancado em meu quarto escutando som, estudando e me masturbando com uns vídeos que tenho em meu pc, que por sinal são ótimos, eu adoro eles. Minha irmã também fica em seu quarto ou assistindo tv no quarto de minha mãe quando não está na rua. Gisele é uma garota bonita, tem seios bem fartos, que são bem grandinhos e formados para sua idade, seu rostinho é típico de garota de 15 anos que faz 8ª série, tem olhos castanhos escuros, cabelo castanho claro, pele branca e aparelho nos dentes, seu sorriso é bem legal. Há um mês atrás eu estava deitado em meu quarto com a porta fechada escutando um som. Tinha acabado de fazer uma prova muito cansativa e estava afim de descansar. Minha irmã estava em casa neste dia, mas nem a vi, ela estava trancada em seu quarto como de costume. De certo estava conversando no telefone com amiguinhas de escola. Eu, quando fico muito tempo trancado no meu quarto vai me dando uma vontade de ver meus vídeos e bater uma punheta. Neste dia não foi diferente, levantei da cama, liguei meu pc e fui direto ver meus vídeos. Na noite passada deixei baixando uns vídeos ‘teens’ que me pareceram muito excitante e fui vê-los. Tirei minha calça e comecei minha punheta.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Meu irmão caçula

Olá, meu nome é Mônica, tenho 28 anos, mas quando aconteceu , eu tinha 21 Estudei em colégio de freiras, até os 16 anos, tive uma educação muito rígida, por meus pais e professores, tive meu 1º namorado com quase 17 anos, que foi quando perdi minha virgindade já com 20 anos. Quando acabou esse relacionamento, não tive mais nenhum relacionamento fixo, ficava um tempo ,e acabava, decepção talvez. Meu irmão na época tinha 15 anos, um rapaz bonito, e muito inteligente, mas na fase da adolecência, descobrindo o sexo. Vivia trancado no banheiro e de lá saía ,suado e pálido,cheio de revistas de mulher pelada, e posters no quarto, coisa da idade. Sempre nos demos muito bem, havia respeito entre nos, como é natural entre irmãos, as vezes brigavamos. Um dia fomos visitar uma tia no interior, eu meu irmão mãe e pai. Como a casa éra pequena, tivemos que dormir juntos na mesma cama, pois não havia cômodos para todos. Não vi nenhum problema, pois éra meu irmão e sempre nos respeitamos. Como faço todas as noites, antes de dormir, passo creme no corpo depois do banho, e fazia isso sentada na cama já de camisola, pois sempre me senti a vontade com ele. Mas notei que ele me olhava diferente, com os olhos parados olhando minhas pernas. Não éra nenhuma miss, mas tinha um corpo bonito, 1.69 alt. 57kl, muito bem destribuídos, e talves por aínda não ter visto uma mulher de perto, tenha ficado curioso então não dei bola. Então fomos dormir , e foi aí que tudo começou. Acordei sentido algo esfregando em mim, fiquei quieta, não acreditando no que estava acontecendo, senti algo pontudo, sendo empurrado entre minhas coxas, éra meu irmão, ofegante, murmurando coisas que não dava pra entender. Eu fiquei em choque, com aquela situação, não acreditava que meu irmão fosse capaz de fazer uma coisa dessas comigo. Ele passava a mão nas minhas pernas, apertava minha bunda e me puxava contra ele. Eu então fiz um movimento brusco com as pernas e ele rápidamente se afastou de mim, e ficou em silêncio, imovel. Não fiz nada fiquei quieta pois não queria, acordar ninguem, mas não consegui mais dormir, senti até vontade de vomitar, mas fiquei firme, como se estivesse dormindo. Então algum tempo depois, ele começou de novo, senti que se aproximou de novo e começou a me tocar com a mão. Fiquei quieta, pra ver até aonde ele iría.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Minha irmã me ama

Esta é uma história real. Eu tinha 15 anos, quando comi minha irmã mais velha (18 anos). Ela é muito gostosa, é morena, tem olhos verdes, coxas grossas, seios médios, bunda grande, lábios carnudos etc. Estava um sol maravilhoso nesse dia, pois era verão. Sendo assim, minha irmã andava pela casa sempre com roupas frescas, tipo: shortinho, top, vestido curtinho, e as vezes só de calcinha e uma camiseta por cima. Eu nunca tinha ligado muito pra ela, afinal era a minha irmã. Até que um dia, meus pais estavam no trabalho, e eu de recuperação no colégio. Minha irmã já tinha passado de ano e só ficava aproveitando o sol na piscina da nossa casa. Um dia eu estava chegando do colégio sabendo que minha irmã estava na piscina tomando seu banho de sol. Ela nem me ouviu entrar em casa, e eu já estava no meu quarto no 2° andar da casa. Quando olhei na janela vi minha irmã só com a parte de baixo do biquíni tomando sol ao lado da piscina. Na hora fiquei meio confuso, pois não conseguia aceitar que estava sentindo tesão pela minha irmã. Que peitinhos lindos! Fiquei olhando aquela cena linda, pelo cantinho da cortina, para que ela não me visse. E ela lá de olhos fechados, deitada com os peitos amostra. Estava quase batendo uma punheta ali, mas resolvi ir lá na piscina como se não soubesse que ela estava fazendo top less... Coloquei o short e desci. Quando cheguei, falei: -Oi Cris (seu nome é Cristiane)!- E ela na hora disse:- Ai, que susto! Eu nem te vi chegar...- E ela na hora tapou os seios com vergonha. Eu fiquei meio sem graça, porque ela na mesma hora colocou a parte de cima do biquíni. Eu resolvi arriscar mais dizendo que ela não precisava se envergonhar porque eu já tava cansado de vê-la assim, pois tomávamos muito banho juntos na infância. Ela riu, pensou... e disse: -É... tá bom.- Fingi que nem ligava mas por dentro estava feliz da vida, principalmente meu pau que tava quase rasgando o short, mas como estava dentro da piscina ela não podia ver.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Minha Irmã e Eu – O Jogo Sacana

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha

 (Uma história de masturbação)
 Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?. Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum. Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido. Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade. Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Irmã Zelosa

by Irmã Zelosa

A história que eu vou contar é um pouco forte, mas foi uma experiência que mudou a minha visão do sexo. Na época eu tinha acabado de fazer 18 anos e as meninas da minha turma só falavam em sexo, como os meninos eram e como se fazia sexo. Nessa idade o desejo vai aparecendo devagar, e eu comecei a reparar no meu corpo; meus seios já estavam grandinhos e minha bucetinha já tinha pelinhos loirinho como eu. As meninas falavam de seus namoradinhos, de como eles queriam apalpar seu seios, e como o pinto deles ficavam duros. Eu pensava naquilo a noite e a minha bucetinha começava a ficar molhada, com o tempo comecei a notar que meu corpinho começava a perturbar meu irmão mais novo de 18 anos, eu comecei a reparar que ele ficava olhando meus peitinhos quando eu estava de camiseta larga sem soutien. Uma tarde eu fui tomar banho, e senti que ele estava espiando pelo buraco da fechadura, não deixei que ele percebesse nem me visse, mas comecei a gostar daquilo.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Meu irmão na nossa vida de casado (Continuação)

by Rapha386


Sexta feira lá estava eu tranqüilo, de folga deitado no sofá quando Cinthia chegou em casa acompanhada de sua irmã Raquel e uma amiga dela. Levou as meninas pro quarto que meu irmão usava. Voltou logo em seguida dizendo que trouxe elas pra provarem algumas lingeries e me arrastou pro quartinho de sapatos. Me pediu pra ajoelhar e assistir. Me abaixei e coloquei olho no furo da parede. Neste momento Raquel vestia uma calcinha. Pude ver suas coxas e sua bunda. Pude ver seus seios maravilhosos. Cinthia começou a passar a mão em meu pau por cima do calção e começou a sussurrar todo tipo de coisa, me pedindo para me imaginar fudendo sua irmã. Meu pau ficou arrebentando de duro. De repente a menina que acompanhava a irmã de minha mulher começou a tirar a roupa no quarto. Ela é do tipo cheinha, com seios grandes, uma bunda grande e perfeita.Pele branca e parece, nunca levou sol na vida. Seus cabelos são encaracolados e louros avermelhados e havia muitas sardas em seu rosto. A julgar pela cor de seus pentelhos e os pelos em seu cú, percebi que era do tipo loura/ruiva original. Uma menina muito gostosa. A essa altura já tinha tirado meu pau pra fora do calção e minha mulher dizia todo tipo de bobagem em meu ouvido e por mais que ela falasse somente na Raquel, foi na menina ruiva gordinha que fixei meus olhos na hora de gozar. Minha porra se espirrou pela parede encharcando a mão de Chintia que não parou de me masturbar até que sentisse que não havia mais nada a se extrair do meu pau. Cinthia me perguntou se eu tinha gostado de ser punhetado enquanto contemplava sua irmã nua experimentando calcinhas? Não menti pra ela e confessei que o tesão na hora bateu mais forte pela amiga da irmã. Então minha esposa me contou que aquela ruiva se chamava Juliana e era a empregada da casa de sua mãe. Resolvi nesse mesmo dia fazer um churrasco. Meu irmão Mario chegou a tarde feliz por ter feito boas vendas e o clima ficou legal. Pedi pra Cinthia que se vestisse de forma provocativa, mas não interferi nas roupas. Eram umas 8 horas da noite e eu e Mario estávamos lá na churrasqueira bebendo e conversando quando Cinthia chegou. Vestia um short de lycra branco apertadíssimo, camiseta e chinelos. Bebemos e nos divertimos. Durante toda a noite, Mario olhou pra Cinthia

Meu irmão na nossa vida de casado

by Rapha386


Essa minha história é verídica porém não tenho o compromisso de faze-los acreditar. Umas das vantagens dos sites de contos é que há tanta invenção e fantasias que as histórias verdadeiras acabam se misturando.
Meu nome é Raphael. Tenho 36 anos e sou analista de sistemas. Minha esposa é Cinthia, 32 anos, vendedora da Avon, trabalha em casa com venda de lingeries e todo tipo de produtos para mulheres. Tenho um irmão, na verdade um meio irmão, filho da minha mãe com o primeiro marido. Mario tem 44 anos. Crescemos juntos, e até a pouco tempo atrás, éramos sócios numa empresa de consultoria. Sou padrinho do seu casamento e ele do meu. Meu casamento com Cinthia, pode se dizer era ótimo. Cinthia é uma gata, no auge aos 32 anos, loura, pela clara, uma bunda indiscutivelmente fantástica e seios pequenos como de uma ninfeta. Cinthia parece-me, teve apenas um namorado antes de mim, responsável pelo fim de sua virgindade. Aí o segundo fui eu e nos casamos. Isso foi há 12 anos. Vida normal. Meu irmão Mario, sempre foi um beberrão e mulherengo e constantemente vivia brigando com sua esposa devido as noitadas fora de casa, até que a paciência de sua dela acabou . Mario saiu de casa e decidiu ir embora da cidade. Representante comercial, Mario vendia medicamentos para os laboratórios. Meu irmão encontrou um apartamento mas antes precisava acertar e resolver alguns problemas relativos a documentação e pensão pra sua esposa. Hospedei-o em minha casa nesse ultimo mês em que ficaria em nossa cidade. Foi a í que nossa vida mudou. Mario vivia triste e desconsolado pela separação. Uma noite chegou muito bêbado em nossa casa e caiu no banheiro. Ouvi o barulho. Peguei a chave reserva que tinha e abri. Mario estava sentado no chão, meio desmaiado. Tentei levantá-lo mas, não consegui. Meu irmão é baixo mas, é atarracado.Pernas muito grossas e peludo. Cabelos encaracolados já grisalhos pela idade. Mas o que me chamou a atenção foi o tamanho do pau do meu irmão! Grosso como nunca vi . O pau dele estava arregassado. A cabeça parecia uma maçã pequena. O pau dele estava mole mas a grossura é assustadora. Curto e grosso literalmente. Não sei porque tomei esta decisão mas resolvi chamar minha esposa Cinthia para me ajudar a levantar meu irmão.Eu poderia ter ficado ali e esperado que meu irmão se recuperasse mas no fundo mesmo acho que eu quis que Cinthia visse aquilo. Cinthia entrou e riu com a situação. Pude notar a primeira vez que minha esposa olhou pro pau do meu irmão. Sua fisionomia mudou. Mario é muito pesado e tivemos dificuldades para levá-lo pro quarto. Quando o levantamos, Mario ajudou caminhando. Colocamos ele na cama e o deixamos lá dormindo. Em nosso quarto, conversamos sobre o ocorrido e confesso que não fiquei nada surpreso quando Cinthia quis transar O que me surpreendeu mesmo foi o jeito que ela transou comigo. Parecia

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