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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O Prêmio

Por damonX Publicado em Literotica, tradução Volubile Prendi minha respiração, fechei o olho esquerdo e lentamente levei meu braço para trás, sentindo a madeira deslizando suavemente por minha minha mão. Mantendo minha visão travada, o taco foi impulsionado para frente, acertando a bola branca e fazendo-a rolar através da mesa. “Vamos, lá”, eu pensei comigo mesmo, quando a bola tocou de leve a bola oito, mandando-a veloz para um dos cantos da mesa. A sala ficou em silêncio quando a bola preta bateu nos dois cantos do buraco, e parou precariamente, no limite do pano verde. “Maldição”, eu disse alto, deixando o taco deslizar por minhas mão e bater contra o assoalho. “Má sorte, camarada”, falou disse com uma risada, antes de tomar um longo gole de sua cerveja. “Certo, amiguinho, sua vez”, respondi, sentando-me sobre um dos bancos de madeira junto à parede da sala da casa dele. “É você que ainda tem duas bolas em jogo”. O tom foi de desafio, quando ele disse, “Não por muito tempo…” Enquanto ele olhava para a posição das bolas na mesa, eu olhei para minha namorada April, que estava sentada a meu lado, tomando sua cerveja. Eu sabia que ela estava completamente entediada e eu queria terminar logo com Will para pegar meu dinheiro e me mandar para casa com ela. “Você está bem?”, eu perguntei, colocando uma mão sobre seu joelho. Ela fez que sim com a cabeça, tomando mais um gole de sua bebida. “Sinto muito que isto esteja demorando tanto”, eu continuei, “Em dois minutos nós vamos embora”. “Tudo bem” ela me disse com uma voz tímida, “Eu não me importo”. Eu sorri e me inclinei para dar um selinho em seus lábios, antes de voltar minha atenção para o jogo. “Bola sete no canto direito, a três no outro lado e depois a branca no canto”. “Você brincando? É impossível!”, eu ridicularizei. “Rapaz, é possível sim”, ele disse de forma confiante, terminando sua cerveja. “Tá bom”, e fiz um gesto de desprezo com a mão, “Pode tentar”. “Na verdade”, ele continuou, “Eu quero apostar mais cenzão nesta jogada”. “Acho que você exagerou na cachaça”, eu disse e apontei com a cabeça para uma pilha de garrafas de cerveja. “Qual o problema?”, ele disse me cutucando com a ponta de seu taco, “Está com medinho?” “Só não quero que você perca mais dinheiro do que você já perdeu. E além disso, todo dinheiro que eu trouxe já está sobre a mesa”. Eu apontei para a pilha de notas em uma das beiradas da mesa. Will olhou para o dinheiro, mordendo o lábio em contemplação silenciosa. “Vou te dizer uma coisa”, ele disse depois de pensar um momento, “eu coloco mais cem, se você colocar pingar outra coisa nesta aposta”.Como o quê, por exemplo?”, eu perguntei, ceticamente. Ele não disse uma palavra, mas olhou para o canto do salão onde April estava sentada. Levei um tempo para perceber o que ele estava insinuando e fiquei chocado com esta proposta não verbalizada. “Porra nenhuma”, eu respondi, “eu não vou apostar minha namorada em um jogo de sinuca!”. “Por quê não?”, ele disse levantando os braços para o alto, “Você disse que eu não tenho nenhuma chance…” Olhei para April, que parecia tão chocada como eu. “Vamos lá!”, pressionou Will, voltando sua atenção para minha garota, “Você não se importa, não é querida? O Damon pode te levar para um jantar finíssimo com todo a grana que ele vai ganhar”. “Hmmm, acho que não…”, ela respondeu, bebericando sua cerveja de forma nervosa. Eu vi Will tirar uma nota de cem dólares e colocá-la sobre a mesa. Eu olhei para a pilha e comecei a imaginar as implicações da aposta que estava para ser feita. “Vocês têm certeza?”, ele perguntou, “Última chance”. Eu me virei para minha namorada “Sabe, as chances dele ganhar são muito poucas”. “O quê?”, ela explodiu, “Você quer me apostar?” “Eu não vou perder! Eu prometo!” Eu me surpreendi comigo mesmo. Eu nunca haveria imaginado, nem em um milhão de anos, que um dia eu tentaria convencer minha namorada a ser apostada em uma mesa de bilhar. “Ótimo!”, ela grunhiu, cruzando seus braços, “Termine logo com isso”. “Então temos um trato?”, perguntou Bill, radiante de otimismo. Eu olhei para April uma última vez, tentando passar confiança com meu olhar, antes de responder. “Sim”, eu disse em tom solene, “É um trato”. “Ótimo”, ele exclamou, voltando para a mesa para sua última tacada. “Embora eu tenha algo maias a dizer”. “O quê?”, aborrecido com a arrogância dele. “Eu quero a bunda dela”. “O quê?”, April e eu gritamos ao mesmo tempo. “Vocês me ouviram”, reiterou ele, “Eu não vou tocar a boceta dela, mas eu quero essa bundinha linda”. “Mas ela nunca deu a bunda!”. “Esta é a questão”, ele disse com um sorriso. “Eu vou ser o primeiro”.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A FILHINHA VIRGEM DE MINHA NAMORADA

Depois de quase 21 anos meu casamento chegou ao fim e acabei me divorciando. De comum acordo com minha ex-esposa meus dois filhos ficaram comigo ( por escolha deles) ela mudou-se para outro local e eu continuei morando no mesmo prédio.Eu estava com uma situação financeira boa e comecei a tentar refazer minha vida e sinceramente me incomodava o fato de estar solteiro novamente. Arrumei uma empregada nova por indicação de uma conhecida do prédio e minha casa começou a entrar em ordem. Meu pedido de divorcio foi no final de outubro e em janeiro do ano seguinte entrei de férias. Como não tinha nada programado em termos de viagem, fiquei em casa mesmo e aproveitava o calor e o sol que fazia para pegar um bronzeado no solarium do prédio. Certo dia eu estava no salarium sozinho, quando moradora do prédio que eu conhecia de vista e porque meu filho mais novo brincava com seu filho apareceu para pegar um bronzeado e começamos a conversar. No meio do papo ela perguntou pela minha ex e eu falei que tínhamos nos divorciado e ela comentou que também tinha se separado do seu marido. A conversa continuou por um bom tempo e eu comecei a perceber que ela me comia com os olhos e também ela não era de se jogar fora. Alguns dias depois nos encontramos novamente no solarium e comecei a reparar que ela era bem gostosa e nosso papo ficou um pouco mais intimo. Comentei que faria aniversário no próximo dia 20 e que meu advogado já tinha me dado um presente de aniversário me avisando que meu divorcio tinha sido concedido sem ressalvas pelo juiz. Ela me parabenizou pelo fato e falou que eu precisava comemorar meu aniversário e o divorcio. Naquela mesma noite, meu interfone tocou e para minha surpresa era ela pedindo meu telefone, pois queria falar comigo. Minutos depois me ligou e me convidou sairmos para comemorar, saímos e depois de jantarmos acabamos indo para um motel aonde transamos de todos os jeitos, ela era uma verdadeira puta na cama e depois disso começamos a namorar. No início houve muita resistência por parte de seus filhos em relação ao nosso namoro, mas com o tempo começaram a aceitar , depois que perceberam que eu não queria substituir seu pai. Sua filha, uma ninfetinha começou se apegar muito a mim e quando nos reuníamos para ver filmes ou TV ela sempre procurava deitar do lado no sofá, outras vezes sentava no meu colo e ficávamos conversando.

sábado, 5 de maio de 2012

Duvido!

Meu nome é Fábio, o que o que vou contar realmente aconteceu e ainda me deixa morrendo de tesão. Eu estava no segundo ano de faculdade e comecei a namorar uma mina da facul que era do interior e por isso morava sozinha em São Paulo. O nome dela é Viviane, mas todo mudo a chamava de Vi, tinha cabelos castanhos pro avermelhado, pele clara, mais ou menos um metro e setenta uns peitos deliciosos e uma bundinha linda, completamente sem barriga. Uma delícia! O legal da nossa relação é que era terrivelmente baseada em sexo. Ela era meio metida e se achava a tal. Agente tinha uma brincadeira muito legal pra apimentar a nossa vida sexual. Era só um falar eu duvido você fazer tal coisa para o outro ter que realizar. Em geral era algo leve relacionado com exibicionismo. Pra vocês terem uma idéia uma vez duvidei que ela fosse com uma micro saia e sem calcinha numa disco comigo. Lógico que ela aceitou, era uma tarefa fácil. No carro eu já ia passando a mão na buceta dela no maior tesão. Ela chegou bem perto do meu ouvido e disse: “Eu duvido você deixar eu chupar o seu pau até a porta da disco.” Também aceitei logo e ela foi me chupando pelo trânsito até a hora que o manobrista abriu a porta do meu carro pra eu sair. Ela se recompôs, limpou passou batom e entramos. Lá dentro eu ficava dançando, encochava ela passava a mão na bucetinha dela na maior tara. A casa tinha um palquinho e então a peguei pela mão e fomos até lá. Ficamos dançando ali um bom tempo, a polpa da bunda dela já estava aparecendo e tinha juntado um monte de caras na parte de baixo pra ver o show da minha namorada. Eu falei que ia ao banheiro só pra, na volta, passar embaixo do palquinho e ver também o que os outros estavam vendo. Saindo do banheiro vi de longe que ela estava dançando com um cara encochando ela por trás. Eles iam agachando, ele passava a mão na buceta da minha mina de leve, mostrava pros caras que estavam embaixo, etc. Fui ficando com tesão louco de ver a Vi se esfregando em outro cara. Voltei e fiquei um tempo bem embaixo dela. Ela dançava, olhava pra mim, sorria, estava adorando.

sábado, 10 de março de 2012

Pezinhos da Colega Professora

Olá, meu nick é Mike e esse é meu segundo conto. Procure pelo primeiro chamado “Pezinhos da minha aluninha”, que tenho certeza que você vai gostar. Minha apresentação está lá, então vamos aos finalmentes que é o que vocês realmente deve estar querendo saber. Bem, me mudei da escola anterior para um emprego muito melhor ganhando mais. Estou em uma outra escola já faz uns 4 anos. Nesse período, conheci Larissa (nome fictício mas muito parecido com o nome dela). Ela é uma professora também na escola na qual trabalho. Ela deve ter 1,60, cabelos longos e lisos castanhos, peitinhos médios, bundinha legal e uma carinha linda de anjo. Apesar disso tudo (e dela ter namorado), o que me impressionou não foi nem a beleza dela, que realmente chama a atenção, ou o fato dela ser gente boa, mas ela tem uns pés mais lindos que eu já vi. Você pode estar pensando: “Poxa, existem muitos pezinhos bonitos por ai”, mas eu realmente não conseguiria descreve-los para você. Pense nos pés mais perfeitos que você já botou os olhos; eles são melhores. Dedinhos bem cuidados, lisinhos, com um arco em baixo de cair o queixo e unhas sem bem feitas, pintadas geralmente de branco. Nossa, agora pensando neles me deu até tesão. O fato é que eu sempre admirei os pés dela, desde a primeira vez que eu os vi, e acabei comprando uma daquelas cameras espiãs na loucura de poder filma-los para levar para casa e bater uma. E não é que eu consegui? Todas as vezes que eu tinha oportunidade, eu gostava de conversar com ela. O chão da sala dos professores é encarpetado e portanto, ela sempre tirava a sandalinha em baixo da mesa e dava um show de dangling ou esfregava um pezinho no outro, tirava e colocava do sapato, era uma loucura só de ver ao vivo, chegando em casa eu me matava na punheta.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Minha namorada dando para outro

bom galera, me chamo marcos e namoro paola (nomes fictícios) há 3 anos. nossa vida sexual sempre foi muito boa, ativa, mas nunca tivemos fantasias ou exageros. porém a algum tempo venho despertando a fantasia de uma terceira pessoa em nossas transas. ela é muito bonita, tem 23 anos, loira, possui seios grandes e durinhos, uma bunda enorme, muito gostosa, sem nenhum tipo de estrias ou celulite, pernas grossas e bem torneadas, além de ser bem educada e tranqüila. no inicio fiquei constrangido de conversar sobre minha fantasia, tinha receio de ser tachado de corno, sempre critiquei tais atitudes. sempre a satisfiz, ela sempre gostou de transar comigo. modestia parte tenho o pau grande e grosso, além de meter com bastante safadeza nela. resolvi começar a conversar essa fantasia por email, perguntava o que ela achava, mas sempre media bem as palavras deixando claro apenas minha curiosidade e se ela teria coragem. no começo ela achou ruim, disse que era contra os seus princípios, perguntou se eu não a amava, se eu não gostava mais dela. deixei claro que seria apenas uma brincadeira sem nenhum tipo de envolvimento sentimental com outro cara, que a amava e diferente de outros tipos de fantasia (voyeur no caso), eu seria ativo todo o tempo, seja comendo ela, seja ela me chupando. não a deixaria dando sozinha para o cara, falei sobre o sigilo, sobre nada haver com sentimentos mas sim com tesão, e a idéia de certa forma passou a ser aceita, fantasiamos em nossos emails picantes diversas situações, várias vezes transávamos falando as coisas que eram escritas em nossos e-mails, a imaginação era fértil de ambos. um dia, estava à toa em casa e resolvi dar uma procurada em acompanhantes pela internet, afinal tudo isso tinha que ser bem sigiloso, com uma pessoa neutra, de preferência com certa experiência nesse tipo de situação, não queria que ficássemos constrangidos. foi ai que achei uma agência de garotos de programa da minha cidade.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vi minha Namorada perder o cabaço do cuzinho

by Marcelo Macedo

Esta história é verdadeira e talvez vocês achem interessante, pelo menos é o que espero. Moro em Aracaju - SE, e tenho uma namorada de 23 anos, morena, olhos claros, 170, gata e gostosa, chamada Amanda! Não nego que sou muito ciumento, muito mesmo! Creio que todo cara que gosta de sua mulher certamente tem ciúmes. Ela gosta de usar uma roupa mais provocante, eu até deixo, acho que valoriza a mulher, só não pode apelar! Mas vamos ao Conto.Conheci Digão na academia e começamos a reversar entre os equipamentos e logo ficamos amigos, ele era gente boa e logo virou parceiro de putaria, pois pegavamos escondindos algumas meninas da academia. A medida que a amizade crescia e fala mais sobre o meu relacinamento com Amanda, minha namorada, ele dizia que eu tinha muita sorte pois ela era linda. O Problema é que Amanda é muito recatada na cama, ainda não chupava e muito menos liberava a bundinha pra mim, e eu ficava louco por isso. Quando contei isso pra Digão ele disse que iria me ajudar, bastava só levar a minha naorada para casa dele que iria rolar uma festa na piscina. Fiquei com um pé atráz, mas topei.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Meu melhor amigo encheu minha namorada de Porra!

by Rinaldo

Olá, meu nome é Rinaldo, tenho 25 anos e moro sozinho numa casa grande e com piscina, o que vou relatar aconteceu comigo no final do ano passado. Namoro uma moça a mais de 2 anos, Luciana. Ela tem 22 anos e um corpo de deixar qualquer homem maluco. Ela é loira, cabelos compridos e olhos claros, tem as coxas bem grossas e um bundão maravilhoso, seios médios e a buceta grande, porém apertadinha. Nosso namoro sempre foi gostoso, com muitas brincadeiras durante o sexo e muitas inovações. Nunca deixei que caísse na rotina. Na maioria dessas brincadeiras, fantasiávamos mais uma pessoa transando com a gente; às vezes mulher e outras vezes um homem. Ela tinha essa fantasia de trepar com dois homens ao mesmo tempo e eu também já curtia muito a idéia. Bem, aconteceu que um dia convidei o meu melhor amigo, Sérgio, para ir à minha casa num domingo. Faríamos um churrasquinho e colocaríamos o papo em dia, já que fazia tempo que não nos víamos pois ele se mudara para outra cidade. Estaríamos somente nós três: eu, Sérgio e a Luciana. Eu sabia que Sérgio tinha tesão pela Lu, já que éramos amigos há muito tempo, sempre comentávamos sobre ela e ele tinha total liberdade de falar o que quisesse. Falava mesmo abertamente sobre a bunda, os peitos e a buceta da minha namorada, mas ele sabia que eu não me importava. Até gostava de ouvi-lo falar dela. Chegando então o domingo comecei a preparar tudo quando Luciana chegou. Mais ou menos às 10h estava tudo pronto e ela foi trocar de roupa, então eu sugeri a ela que colocasse um fio-dental.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Namorada Malandrinha

by Namorado da Malandrinha

Essa história se passou alguns meses depois, morava numa cidadezinha no interior do Paraná. Como eu já me sentia um sábio na arte do amor e da conquista, parti para por em prática o meu aprendizado. Na cidade havia uma danceteria, onde a meninadinha se reunia nos finais de semana. Chegando lá vi uma menina maravilhosa. Corpo de deusa, uma mini mini-saia que revelava suas coxas deliciosas, seios médios, e uma boca deliciosa, lábios carnudos e apetitosos. Nunca a havia visto por ali e mais depressa que nunca procurei saber quem era. Disseram me que era nova na cidade e que seu nome era Angela. Então eu me aproximei e ela se mostrou bastante receptiva, o beijo rolou naturalmente, com todo o fervor e inexperiência de dois adolescentes. Acabei levando-a para casa e no caminho conversávamos sobre várias coisas. Quando chegamos no portão da sua casa ficamos num lugar um tanto escuro, pois o poste perto dali não iluminava direito aquele parte da rua. Enquanto nos beijávamos eu comecei a passar a mão na sua bundinha e pra minha surpresa e tesão ela não reclamou, então fui mais ousado e enfiei a mão esnte suas pernas, a sua mini-saia já mostrava a calcinha branca que usava por baixo.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Alargaram o cuzinho da minha namorada

by Casal Safado
Meu nome Rodrigo, tenho 28 anos, sou casado com Letícia há 2 anos. Começamos a namorar com 17 anos. Nosso namoro começou morno, sem muito desejo e com bastante timidez em relação ao sexo pois ambos não tinham muita experiência no assunto.
Mas com o passar dos primeiros meses do namoro, o desejo foi aumentando. Fomos descobrindo prazeres na cama até então inimagináveis.
Descobri que minha namoradinha virava uma putinha na cama, fiquei muito surpreso e ela disse sentir ainda mais surpresa que eu, pois não imaginava que ela mesma gostava de tanta safadeza entre 4 paredes.
Logo nos primeiros meses ela aprendeu a chupar me pau como uma autentica puta, com muita vontade, quando eu a deixava muito excitada nos amasso ela chegava a implorar pra eu tirar o pau pra fora pra ela dar uma mamada.
Depois de alguns meses nas horas em que ela me chupava, comecei a insinuar que se ela continuasse chupando tão gostoso eu seria obrigado gozar na cara dela e deixaria ela toda lambuzada igual às putas dos filmes pornográficos que ela tanto gostava de assistir. Mas ela sempre fazia aquela cara de safada e balançava cabeça dizendo não. Até que numa certa noite numa chupada gostosa gozei na cara dela. Ela soh tirou o pau da boca e deixou eu lambuzar seu rostinho e fez cara de quem gostou e me chamou de sem vergonha. Nas trepadas seguintes ela começou a pedir e implorar para que eu não gozasse dentro da bucetinha e sim na cara dela, e eu sempre sussurrava “Toma minha porra safada, engole tudo que eu sei q tu gosta” até q um dia, pra minha surpresa, ela engoliu tudo sem deixar cair nenhuma gota e fez uma cara de saciada. A partir de então em boa parte das trepadas ela implorava pra eu deixar ela engolir minha porra, pois se se achava muito puta fazendo isso.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Meu primeiro footjob!

Autora desconhecida

Eu tinha 18 anos, estava ficando com um menino, e recentemente descobri seu desejo por pés... Descobri pois ele vivia me pedindo para tirar meus inseparáveis tênis allstar.
Sim, naquela época era uma adolescente revoltada sem causa...rs...rs..andava de preto, usava allstar e ouvia heavy metal, podem acreditar!
Eu me negava até a morte, pensava: “Ah, sim, se ele sentir o cheiro do meu tênis vai me achar uma porca, nunca mais vai olhar para minha cara...”, morri de vergonha pois poderia ter algum chulé, sim eu tinha, mais sempre foi muito fraco, mais ao meu nariz aquilo era algo que não deveria ser mostrado para um ficante...
Bem, mas de tanto ele insistir para ver meus pés, um belo domingo de sol, estava me arrumando para ir lá no ensaio da banda que ele tocava, e assim poder depois ficar junto com ele lá no estúdio, vendo filme..

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Corneado pela namorada - Parte II

Por Rodrigo S.

Depois disso essa história nunca mais se repetiu. Não que ela não me traísse mais, mas ela sempre vinha com a buceta limpinha... Eu adorei ver a boceta dela cheia de porra de outro macho. Tentei surpreendê-la pra ver se encontrava aquela bocetinha cheia de porra... e nada. Fiquei tarado pra ver minha namorada transando com outro novamente, mas não queria abrir o jogo com ela; queria que ela me traísse e achasse que eu não estava sabendo... descobri que isso me dá muito tesão...

Bolei um monte de planos e nada... Quando estava comigo, ela não ficava com ninguém e nem dava bola para os outros caras. Voltei para Sampa, fiquei umas quatro semanas e depois voltei para a minha cidade. Novamente cheguei mais cedo, porém sem sucesso. A bucetinha dela estava fechadinha, sem porra e sem sinal de arrombamento...

Ela estava louca pra transar, falei que seria melhor se transássemos numa praia, e no dia seguinte desci para o litoral, para São Vicente... tratei de arranjar uma casa com várias pessoas. Logo vi o local ideal: uma casa com alguns casais e vários caras que desceram pro litoral só pra curtir. Percebi que todos os machos ficavam de olho nela, mas nenhum fez nada, no máximo uma brincadeirinha aqui, outra ali.........

Corneado pela namorada - Parte I

Por Rodrigo S.

Meu nome é Rodrigo e moro em uma cidade do interior de São Paulo. Decidi contar este fato que ocorreu comigo pois nunca imaginei tamanha coincidência. Tenho uma namorada, a Carol, e ela tem um corpo bem sarado, um lindo piercing na barriguinha e peitinhos deliciosos. Ela tem 1,68 de altura, é morena e tem a pele levemente bronzeada.

Estudo na capital e foi aí que tudo começou; todas as vezes que volto para a minha cidade, ligo para ela e bem cedo, umas seis da manhã, já estou na casa dos meus pais e ela vem me ver. Isso todas as vezes... mas o destino é foda. Na última vez que voltei cheguei mais cedo, umas quatro da manhã, pois vim num ônibus direto, sem fazer baldeação. Até aí nada de mais. Cheguei em casa, que é um sobrado e tomei um banho - como o quarto de meus pais fica nos fundos, eles nem perceberam que eu cheguei......

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