Por Jerônimo
Era uma quinta-feira, final de novembro último e já passava das 22h, voltávamos eu e minha esposa para casa após termos visitado uns amigos.
Ela estava uma delícia, usava um vestido preto, dois dedos acima dos joelhos, ao sentar-se deixava à mostra seu belo par de coxas, calçava uma sandália aberta, deixando à vista aqueles lindos pés de unhas bem feitas, pintadas estilo francesinha, uma loura de pele clara e, apesar de mãe de dois filhos e trinta e sete anos de idade, ainda mostrava-se objeto de desejo de qualquer homem.
Em meio ao caminho de volta meu tesão por ela ia aumentando cada vez mais, mesmo porque desde o momento em que estávamos na casa daqueles amigos eu já estava desejando possuí-la, estava muito sensual naquela noite.
Trafegávamos em uma avenida de São Paulo quando, do outro lado avistei um drive-in e, de sacanagem, convidei ela para pararmos lá, alegando que o meu tesão era tanto que talvez não aguentasse até chegarmos em casa. Para minha surpresa, em razão do seu conservadorismo, ela topou e, assim, não perdi tempo, dei meia volta e o mais rápido que pude entrei naquele drive-in....

