Felipe era muito amigo de Serginho, se conheceram no primeiro ano de faculdade e agora no último semestre, não tinham dúvidas que era amizade pra vida toda. Os dois tinham 22 anos e começavam à encarar a vida real, a vida verdadeira, feita de trabalhos, responsabilidades e cada vez sobrando menos tempo para brincadeiras. Apesar disso ainda estavam no auge do espírito jovem, mais do que isso, mantinham os hábitos de moleque...jogar videogame, ir no boliche, procurar vídeos de putaria ou comédia na internet, tudo isso ainda constava entre os seus passatempos nas horas de folga.Serginho era o mais avançado dos dois no quesito responsabilidade, recentemente havia se mudado com a sua namorada, Ayumi, para um pequeno apartamento. Com quase dois anos de namoro sério, decidiram que era hora de começar a viver juntos. Felipe por sua vez estava solteiro e um tanto confuso, saía de um namoro relâmpago que terminou de hora pra outra quando sua mina foi aprovada num concurso público, só que a vaga era pra desempenhar função no Amazonas, bem longe de São Paulo.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Vi minha Namorada perder o cabaço do cuzinho
by Marcelo Macedo
Esta história é verdadeira e talvez vocês achem interessante, pelo menos é o que espero. Moro em Aracaju - SE, e tenho uma namorada de 23 anos, morena, olhos claros, 170, gata e gostosa, chamada Amanda! Não nego que sou muito ciumento, muito mesmo! Creio que todo cara que gosta de sua mulher certamente tem ciúmes. Ela gosta de usar uma roupa mais provocante, eu até deixo, acho que valoriza a mulher, só não pode apelar! Mas vamos ao Conto.Conheci Digão na academia e começamos a reversar entre os equipamentos e logo ficamos amigos, ele era gente boa e logo virou parceiro de putaria, pois pegavamos escondindos algumas meninas da academia. A medida que a amizade crescia e fala mais sobre o meu relacinamento com Amanda, minha namorada, ele dizia que eu tinha muita sorte pois ela era linda. O Problema é que Amanda é muito recatada na cama, ainda não chupava e muito menos liberava a bundinha pra mim, e eu ficava louco por isso. Quando contei isso pra Digão ele disse que iria me ajudar, bastava só levar a minha naorada para casa dele que iria rolar uma festa na piscina. Fiquei com um pé atráz, mas topei.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Meu melhor amigo encheu minha namorada de Porra!
by Rinaldo
Olá, meu nome é Rinaldo, tenho 25 anos e moro sozinho numa casa grande e com piscina, o que vou relatar aconteceu comigo no final do ano passado. Namoro uma moça a mais de 2 anos, Luciana. Ela tem 22 anos e um corpo de deixar qualquer homem maluco. Ela é loira, cabelos compridos e olhos claros, tem as coxas bem grossas e um bundão maravilhoso, seios médios e a buceta grande, porém apertadinha. Nosso namoro sempre foi gostoso, com muitas brincadeiras durante o sexo e muitas inovações. Nunca deixei que caísse na rotina. Na maioria dessas brincadeiras, fantasiávamos mais uma pessoa transando com a gente; às vezes mulher e outras vezes um homem. Ela tinha essa fantasia de trepar com dois homens ao mesmo tempo e eu também já curtia muito a idéia. Bem, aconteceu que um dia convidei o meu melhor amigo, Sérgio, para ir à minha casa num domingo. Faríamos um churrasquinho e colocaríamos o papo em dia, já que fazia tempo que não nos víamos pois ele se mudara para outra cidade. Estaríamos somente nós três: eu, Sérgio e a Luciana. Eu sabia que Sérgio tinha tesão pela Lu, já que éramos amigos há muito tempo, sempre comentávamos sobre ela e ele tinha total liberdade de falar o que quisesse. Falava mesmo abertamente sobre a bunda, os peitos e a buceta da minha namorada, mas ele sabia que eu não me importava. Até gostava de ouvi-lo falar dela. Chegando então o domingo comecei a preparar tudo quando Luciana chegou. Mais ou menos às 10h estava tudo pronto e ela foi trocar de roupa, então eu sugeri a ela que colocasse um fio-dental.
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Relaxa, ele sempre quis ser corno !!
by Virando Corno
Já estávamos casados há uns 10 anos, quando comecei a sentir uma vontade muito grande de assistir minha esposa transando com outro homem. No início, toda vez que eu pensava nessa possibilidade, me reprimia profundamente, mas também me sentia cada vez mais excitado em pensar nela chupando e gemendo na vara de outro macho. Como começamos a namorar ainda muito jovens, segundo ela mesma costumava afirmar, eu fui o único homem na vida dela. Aproveitando então este gancho, tentando explorar uma possível curiosidade dela em relação a outros homens, criei coragem e contei a ela que tinha a fantasia de vê-la transando com outro homem, e de preferência, bem-dotado, já que meu pau é modesto, 15,5x4 cm, e a boceta dela é bem avantajada. Quando ela percebeu que eu estava falando sério, começou a brigar comigo, dizendo que eu já não a amava mais, que queria dividi-la com outro e coisas do gênero, sem contar que ficou uns 15 dias sem conversar comigo. Diante da negativa tratei de arquitetar uma forma de convencê-la gradualmente, então comecei a pegar filmes pornô cujo enredo era de mènage masculino, e com atores sempre bem-dotados, depois dei a ela um vibrador daqueles com saco e tudo de 21x6 cm. No início ela não quis nem saber do vibro, mas com muito papo e jeitinho, ela concordou em experimentar... na primeira vez acho que foi um pouco dolorido, pois o vibro é bem grosso, mas com o tempo ela foi se acostumando e .... gostando!
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A Namorada Malandrinha
by Namorado da Malandrinha
Essa história se passou alguns meses depois, morava numa cidadezinha no interior do Paraná. Como eu já me sentia um sábio na arte do amor e da conquista, parti para por em prática o meu aprendizado. Na cidade havia uma danceteria, onde a meninadinha se reunia nos finais de semana. Chegando lá vi uma menina maravilhosa. Corpo de deusa, uma mini mini-saia que revelava suas coxas deliciosas, seios médios, e uma boca deliciosa, lábios carnudos e apetitosos. Nunca a havia visto por ali e mais depressa que nunca procurei saber quem era. Disseram me que era nova na cidade e que seu nome era Angela. Então eu me aproximei e ela se mostrou bastante receptiva, o beijo rolou naturalmente, com todo o fervor e inexperiência de dois adolescentes. Acabei levando-a para casa e no caminho conversávamos sobre várias coisas. Quando chegamos no portão da sua casa ficamos num lugar um tanto escuro, pois o poste perto dali não iluminava direito aquele parte da rua. Enquanto nos beijávamos eu comecei a passar a mão na sua bundinha e pra minha surpresa e tesão ela não reclamou, então fui mais ousado e enfiei a mão esnte suas pernas, a sua mini-saia já mostrava a calcinha branca que usava por baixo.
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