Nervosos como adolescentes, finalmente fomos à casa de swing. Primeira vez. Ingrid de saia, sem calcinha, e uma blusa que evidenciava seus lindos seios, durinhos antes mesmo de entrarmos. Fomos direto ao bar. Era uma quarta-feira, não estava lotado. Melhor assim.
A idéia inicial era só olhar e ver o que acontece. Depois de alguns copos, fomos a uma sala grande onde acontecia de tudo. Uma mulher chupava dois paus. O homem atrás dela, massageando seus ombros, era provavelmente o marido, feliz da vida. Em outro canto, duas loiras se beijavam sob os olhares vidrados de dois senhores. No meio da sala, uma jovem ruiva, de pé, segurava um cacete e tentava alcançar outro, rindo sem parar. Um senhora sentava num rapaz, ágil como uma ninfeta.
Ficamos alguns minutos olhando tudo, comentando, trocando beijos. Eu roçava meu pau na bundinha dela e, com a mão por baixo da saia, pude confirmar que ela já estava molhada.
Entramos numa sala fechada e escura, cercada por uma espécie de grade de madeira pela qual qualquer um poderia nos ver na penumbra. Chupava a bucetinha da minha esposa e ela, sentada num grande banco acolchoado, ia me dizendo quantas pessoas estavam olhando pelas frestas. Num dado momento, contou sete pessoas.
Era visível o tesão da minha putinha. Sempre adorou provocar e sabia o quanto era linda e gostosa. Ela se abria toda, gemia baixinho, jogava a cabeça pra trás.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Minha Irmã e Eu – O Jogo Sacana
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Papai adora minha xoxota ate hoje
Me chamo Shirley…Ainda era muito pequena, quando ao ver a perereca de minha mãe tomando banho que fui notar que a minha tinha algo de anormal. Minha pererequinha tinha um volume muito grande e quando colocava a calcinha parecia ser maior ainda… ficava igual a uma almofada de carne. Fui crescendo uma menina bonita; com um corpinho bem legal, mas tinha vergonha de colocar um biquíni ou maiô por mais que meus pais insistissem quando íamos à praia; morávamos a poucos metros da praia… Ia com um short bem largo.
Aos 14 anos minha mãe me levou em uma médica ginecologista… Depois de me examinar, pediu pra minha mãe marcar uma consulta com um médico Cirurgião Plástico. Fiquei apavorada só de pensar ter que mostrar minha xoxota pra um homem; mesmo que fosse um médico. Mas minha mãe me convenceu e marcou a consulta somente pra 40 dias depois; não tinha vaga antes disso. Só que nas vésperas da consulta, minha mãe que trabalhava numa firma multinacional teve que viajar pra fazer um curso de especialização. Só foi lembrar da minha consulta quando estava no aeroporto pronta pra embarcar pra São Paulo… Só fiquei ouvindo a discussão dos dois de que se desmarcasse a consulta, talvez só conseguisse marcar uma nova somente meses depois. E ficou combinado de que meu pai ia me levar ao tal médico já que era pra apenas uma consulta… Voltei a ficar apavorada.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha
(Uma história de masturbação)
Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Ele quis,eu fiz!
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