Por damonX
Publicado em Literotica, tradução Volubile
Prendi minha respiração, fechei o olho esquerdo e lentamente levei meu braço para trás, sentindo a madeira deslizando suavemente por minha minha mão. Mantendo minha visão travada, o taco foi impulsionado para frente, acertando a bola branca e fazendo-a rolar através da mesa.
“Vamos, lá”, eu pensei comigo mesmo, quando a bola tocou de leve a bola oito, mandando-a veloz para um dos cantos da mesa. A sala ficou em silêncio quando a bola preta bateu nos dois cantos do buraco, e parou precariamente, no limite do pano verde.
“Maldição”, eu disse alto, deixando o taco deslizar por minhas mão e bater contra o assoalho. “Má sorte, camarada”, falou disse com uma risada, antes de tomar um longo gole de sua cerveja.
“Certo, amiguinho, sua vez”, respondi, sentando-me sobre um dos bancos de madeira junto à parede da sala da casa dele. “É você que ainda tem duas bolas em jogo”. O tom foi de desafio, quando ele disse, “Não por muito tempo…”
Enquanto ele olhava para a posição das bolas na mesa, eu olhei para minha namorada April, que estava sentada a meu lado, tomando sua cerveja. Eu sabia que ela estava completamente entediada e eu queria terminar logo com Will para pegar meu dinheiro e me mandar para casa com ela.
“Você está bem?”, eu perguntei, colocando uma mão sobre seu joelho. Ela fez que sim com a cabeça, tomando mais um gole de sua bebida. “Sinto muito que isto esteja demorando tanto”, eu continuei, “Em dois minutos nós vamos embora”.
“Tudo bem” ela me disse com uma voz tímida, “Eu não me importo”. Eu sorri e me inclinei para dar um selinho em seus lábios, antes de voltar minha atenção para o jogo. “Bola sete no canto direito, a três no outro lado e depois a branca no canto”.
“Você brincando? É impossível!”, eu ridicularizei.
“Rapaz, é possível sim”, ele disse de forma confiante, terminando sua cerveja.
“Tá bom”, e fiz um gesto de desprezo com a mão, “Pode tentar”.
“Na verdade”, ele continuou, “Eu quero apostar mais cenzão nesta jogada”.
“Acho que você exagerou na cachaça”, eu disse e apontei com a cabeça para uma pilha de garrafas de cerveja.
“Qual o problema?”, ele disse me cutucando com a ponta de seu taco, “Está com medinho?”
“Só não quero que você perca mais dinheiro do que você já perdeu. E além disso, todo dinheiro que eu trouxe já está sobre a mesa”.
Eu apontei para a pilha de notas em uma das beiradas da mesa.
Will olhou para o dinheiro, mordendo o lábio em contemplação silenciosa.
“Vou te dizer uma coisa”, ele disse depois de pensar um momento, “eu coloco mais cem, se você colocar pingar outra coisa nesta aposta”.Como o quê, por exemplo?”, eu perguntei, ceticamente.
Ele não disse uma palavra, mas olhou para o canto do salão onde April estava sentada. Levei um tempo para perceber o que ele estava insinuando e fiquei chocado com esta proposta não verbalizada.
“Porra nenhuma”, eu respondi, “eu não vou apostar minha namorada em um jogo de sinuca!”.
“Por quê não?”, ele disse levantando os braços para o alto, “Você disse que eu não tenho nenhuma chance…”
Olhei para April, que parecia tão chocada como eu.
“Vamos lá!”, pressionou Will, voltando sua atenção para minha garota, “Você não se importa, não é querida? O Damon pode te levar para um jantar finíssimo com todo a grana que ele vai ganhar”.
“Hmmm, acho que não…”, ela respondeu, bebericando sua cerveja de forma nervosa.
Eu vi Will tirar uma nota de cem dólares e colocá-la sobre a mesa. Eu olhei para a pilha e comecei a imaginar as implicações da aposta que estava para ser feita.
“Vocês têm certeza?”, ele perguntou, “Última chance”.
Eu me virei para minha namorada “Sabe, as chances dele ganhar são muito poucas”.
“O quê?”, ela explodiu, “Você quer me apostar?”
“Eu não vou perder! Eu prometo!”
Eu me surpreendi comigo mesmo. Eu nunca haveria imaginado, nem em um milhão de anos, que um dia eu tentaria convencer minha namorada a ser apostada em uma mesa de bilhar.
“Ótimo!”, ela grunhiu, cruzando seus braços, “Termine logo com isso”.
“Então temos um trato?”, perguntou Bill, radiante de otimismo.
Eu olhei para April uma última vez, tentando passar confiança com meu olhar, antes de responder.
“Sim”, eu disse em tom solene, “É um trato”.
“Ótimo”, ele exclamou, voltando para a mesa para sua última tacada. “Embora eu tenha algo maias a dizer”.
“O quê?”, aborrecido com a arrogância dele.
“Eu quero a bunda dela”.
“O quê?”, April e eu gritamos ao mesmo tempo.
“Vocês me ouviram”, reiterou ele, “Eu não vou tocar a boceta dela, mas eu quero essa bundinha linda”.
“Mas ela nunca deu a bunda!”.
“Esta é a questão”, ele disse com um sorriso. “Eu vou ser o primeiro”.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
A Canícula
Foi mais ou menos assim que as coisas aconteceram...
Era o ano de 2007. Há aproximadamente dois anos havia saído de casa para morar sozinho, cortar o cordão umbilical, ter uma vida própria e poder ser realmente independente. Aluguei um singelo apartamento na zona sul da cidade, um pouco apertado, mas bonito, com moveis estilosos e uma sacada que a noite dava vista as bonitas luzes da metrópole.
No começo achei o máximo ficar sozinho, levava mulheres de todo o tipo, acordava a hora que quisesse no domingo e ainda poderia receber os amigos em meu próprio espaço. Mas com o tempo logo percebi que esse tipo de vida acabava acarretando algumas obrigações domésticas que eu odiava fazer. Comecei a passar boa parte do meu tempo livre lavando roupas e arrumando a casa.
Cheguei a contratar uma diarista algumas vezes, entretanto a má índole da pequena em furtar alguns pequenos objetos me fez recuar a esses tipos de contratação. Já não sabia o que fazer e quando o desespero começou a tomar conta de mim resolvi recorrer a minha última alternativa: minha irmãzinha Erika.
Erika é minha irmã mais nova, três anos de diferença para ser mais exato. Em 2007 tinha acabado de completar seus 18 anos e encontrava-se, como costumava dizer, em seu auge. E de fato estava muito bela, com grandes seios e um gordo bumbum despertava o interesse de muitos de meus amigos. usava cabelos bem curtos que em conjunto com seu lindo rostinho acabava lhe rendendo as formas de uma menina-mulher.
Desde pequenos nós sempre fomos muito próximos. Lembro que quando crianças corriqueiramente cumprimentávamos com selinhos; ela brincava dizendo que quando crescesse seria minha namorada. Aprontamos muitas situações divertidas quando mais novos, porém o tempo é cruel e assim que comecei a ter meu primeiro relacionamento sério nossa convivência se modificou. Deixamos de ser aqueles inseparáveis parceiros...
Erika não recusou meu pedido e no mesmo dia veio a meu apartamento cuidar de minhas obrigações domesticas: lavou todas as roupas, arrumou a casa e ainda preparou um delicioso jantar.
A madrugada em que minha irmã e eu espiamos nossos pais
Aconteceu em uma madrugada de sábado.
-Corre marcos, eles estão fazendo agora. – Murmurou Michele ao entrar em meu quarto, e sem demoras a segui por entre os escuros corredores da casa. Não dava para acreditar no que minha irmã me mostrara.
Observando por entre as finas frestas da porta entre aberta do quarto de nossos pais, Michele e eu espiávamos escondido, o que até então eu duvidava: mamãe e papai fudendo alucinadamente; ela pulava e rebolava em seu cacete, mexia os seios e soltava gemidos que de onde estávamos conseguíamos ouvir.
-Eu não te falei que dava pra ver?! – falou minha irmã antes de voltar sua atenção ao casal erótico que transava dentro do aposento.
Era estranho presenciar aquilo, até porque mesmo sabendo que eles transavam ver com os próprios olhos me parecia mais uma inversão de realidades do que qualquer coisa, e o pior de tudo era o misto de estranheza que invadia meu corpo; um misto de nojo e excitação que me hipnotizou naquele momento e não me fez perceber minha ereção encostar na bunda de minha irmã, que estava em minha frente.
-Ei tarado, pode virar essa pica pra lá.
-Desculpa, não tive a intenção.
Pelo menos rolaram mais uns dez minutos de sexo antes de papai começar a se contorcer e notarmos que ele havia gozado.
-Eles podem querer usar o banheiro, vamos embora.
E meio que dando pequenos gargalhadas Mia me puxou pelo braço nos guiando de volta a meu quarto.
-Caralho!!! Como tu ficou sabendo disso? Tu fica espiando eles sempre?
-Claro que não, só que um dia me acordei de madrugada com muita cede e acabei escutando eles fudendo. – explicou minha irmã enquanto amarrava os cabelos curtos. – E além do que, espiar o que os outros nunca vão te mostrar é uma arte.
Michele, ou simplesmente Mia era assim; direta e tão sincera que chegava a assustar, ela é minha irmã mais nova, mas às vezes falava tanta coisa sobre sexo que parecia já ter vivido muitos anos a mais que eu. A garota era sapeca em relação ao assunto e quase tudo parecia ser ambíguo para ela, e devo confessar aqui que isso acabava reforçando meu imaginário, digo reforçando porque antes mesmo de ser safadinha sua aparência já colaborava para eu ter uma singela fantasia erótica com ela, pois Mia era uma verdadeira ninfeta bem magrinha e cheia de curvas, com seios pequenos e uma adiposa bundinha que me fazia pirar quando a rebolava.
-Nossa tu ficou de pau duro naquela hora e ainda encostou na minha bunda. Tu não dispensa nem tua irmã. – não respondi nada, fiquei calado e envergonhado demais para tentar me explicar. – Lembra quando te peguei batendo punheta lá na casa da titia?
-Vai dormir, já são quase duas da manhã. – Ordenei.
-Espiar é uma arte maninho.
Mia então rodou pelo quarto, chegou até a porta e voltou falando baixinho algo que só poderia sair da boca dela.
-Se tu deixar eu te ver batendo punheta deixo tu ver qualquer parte de meu corpo.
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Brigando com minha irmã, acabou acontecendo...
-Sai daqui seu filho da puta.
O sapato voou pelo quarto me atingindo na cabeça. Juntei-o do chão e por pura vingança arremessei de volta, mas diferente de Clara eu não tinha uma boa pontaria. Errei.
-OLHA VOCES DOIS... PODEM PARAR COM ISSO, SE EU ME ABORRECER VOU QUEBRAR A CARA DOS DOIS. – Mamãe entrou no quarto vociferando ameaças para nós. Mesmo nos clímax das pancadarias sabíamos que deveríamos parar quando mamãe se envolvia, ou seria muito pior.
Clara tentou dissertar uma desculpa a seu favor. Mamãe disse que não queria saber e saiu do quarto, Clara a acompanhou tentando mais uma vez me queimar.
Era a segunda vez só aquela semana, nem eu estava agüentando mais. Minha irmã mais velha era insuportável. Dificilmente passávamos uma semana sem nos espancar. Com aquela reforma em seu quarto acabei tendo que dividir o meu; o que não era nada fácil, aquela menina queria tudo a seu modo e acabava esquecendo quem era o proprietário do aposento.
Mas entre socos e pontapés uma coisa eu nunca neguei; a beleza de Clara, ela era (e ainda é) uma caucasiana muito gata: dona de um belíssimo corpo; Tem uma Apetitosa grande bunda, que sempre me deixou sem graça; Os seios são médios e proporcionais para seu tamanho, uma perfeita obra da natureza eu diria; Já seu rostinho de princesa esconde a forte personalidade que carrega.
Minha irmã é gostosa, admito. Mas isso nunca me fez desejá-la, ou bater punhetas pensando nela... Bem talvez uma ou duas vezes, mas nada além disso. A maior parte do tempo estávamos nos socando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela que não fosse seu belo corpo.
Mas foi aquele mesmo dia em que as coisas começariam a mudar, e por incrível que pareça, foi por culpa dela.
Eu estava em meu quarto, quando mamãe chegou me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Clara também era. Mas não teve conversar, minha genitora era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo.
Mamãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado às coisas. Já Clara, hora ou outra aparecia na porta e ficava a me observar e dizer frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou.
Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver o do que se trava e tive minha surpresa; enrolava um maço de dinheiros, contabilizando era o valor da mensalidade da faculdade de Clara.
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terça-feira, 24 de julho de 2012
A Enfermeira e o Velho Inválido
Ainda não tinha terminado a minha graduação em enfermagem, mas já havia feito o curso técnico que me habilitava para algumas funções. Após algum tempo trabalhando em hospitais fui indicada pela enfermeira chefe para uma nova oportunidade. Um senhor com problemas de saúde estava precisando de uma pessoa para realizar serviços como aplicações de injeções, administração de medicamentos entre outros cuidados. O salário era muito bom e eu teria que me dedicar integralmente ao serviço devendo dormir alguns dias na casa do paciente. Aceitei a proposta de imediato.
Os primeiros dias foram tranqüilos. O senhor tinha uns sessenta e poucos anos, possuía todos os cabelos brancos e um corpo que indicava ter sido atleta em sua juventude. “Seu Arnaldo” era o seu nome, com bonitos olhos azuis ele tinha a cara de um “avôzinho gente boa”, desses de filme da sessão da tarde. Eu, sempre séria, usava um jaleco branco e com cabelos presos não tinha nenhum problema em cuidar do senhor que era muito bem comportado atendendo todas as orientações médicas.
Na segunda semana de trabalho aconteceu um fato inusitado para aquela situação, mas comum aos demais pacientes: quando solicitei ao senhor que se virasse para eu aplicar a injeção com o medicamento pude ver rapidamente que seu membro estava ereto. Fiquei um pouco surpresa, pois imaginei que naquela idade ele nem conseguisse, mas disfarcei e agi com naturalidade. Já tinha visto alguns pacientes nesta situação. Terminei meu serviço e me retirei de seu quarto. Percebi que ele me seguia com os olhos e pensei: Será que esse velhinho me desejava? Tinha tesão por mim?
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